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| Sobre os Fenômenos
Parapsicológicos: | [ Retornar ] Mediunidade
propriamente falando não existe. Médium seria uma pessoa cujo corpo serviria
de meio pelo qual o espírito do morto quer se comunicar. Na verdade, é o
espírito do chamado médium, isto é, certas faculdades espirituais (fenômenos
paranormais), como também certas faculdades sensoriais (fenômenos
extranormais), todas inconscientes, que se manifestam. O
chamado transe não é mais do que uma obnubilação das faculdades conscientes e
uma exaltação e manifestação de faculdades inconscientes. E
é perigoso desenvolver essa exaltação e manifestação de faculdades
parapsicológicas. Trata-se de faculdades inconscientes. Se as desenvolvermos
(pode-se até aumentar a freqüência dos fenômenos, mas nunca terá controle), o
inconsciente pode "tomar lugar" do consciente, perdendo a
autodeterminação consciente. Daí ao manicômio, é um passo. Sendo
faculdades inconscientes, não as reconhecemos como próprias quando se
manifestam. Daí a necessidade psicológica de atribuir essas manifestações a
algo ou a alguém: achamos que são resultados de possessão de demônios,
incorporações de espíritos, ou efeito de um "trabalho". Isto
provoca uma cisão da personalidade, o que os psiquiatras chamam de dupla ou
múltipla personalidade, loucura. E conduzem à megalomania: achamos que somos
Napoleão ou um Exu, orixá, etc, etc, etc. As
manifestações parapsicológicas do inconsciente forçam os nervos, esgotam... As manifestações parapsicológicas não
devem ser fomentadas ou "desenvolvidas", mas curadas. Uma ou outra
vez, todos podemos ter alguma telepatia, por exemplo; mas, se são freqüentes,
merecem cuidados. Para isso é que o Clap abriu uma Clínica para curar casos
parapsicológicos e quaisquer outros distúrbios nervosos ou psíquicos. ______________ Copyright 2003 - Paróquia
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