| O que é o Sudário? |

 

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A palavra "Sudário"provém do Latim Sudarium, lenço com que se enxugava o suor do rosto e pano com que se cobria o rosto dos mortos; posteriormente, passou a designar o lençol usado para envolver cadáveres ou mortalha. Conservado em Turim há mais de 4 séculos, o Sudário é um pano retangular de 4,36 metros de comprimento e 1,10 metros de largura.

O tecido, firme e forte é de puro linho e cor amarelada. A espessura do tecido é de cerca de 34/100 de milímetros, macio e fácil de dobrar. O peso avaliado aproximadamente, é de 2,450 Kg. O linho usado na tecedura do Sudário foi fiado à mão. Cada fio do tecido composto de 70-120 fibras tem um diâmetro variado e a torcedura em Z no sentido horário.

 

Incêndio

Em 1532, sofreu um incêndio, o qual causou queimaduras que percorrem todo o lençol. Estava dobrado duas vezes no sentido da largura e quatro vezes no sentido do comprimento, formando 48 sobreposições. estava guardado num relicário revestido de prata, da qual fundida, caíram gotas que queimaram em um dos cantos as várias camadas do tecido. Quando foi desdobrado, viu-se que estava danificado de modo simétrico.

Além disso, a água usada para apagar o incêndio e esfriar a caixa incandescente deixou muitos halos (marcas) na forma de losango, as quais circunscrevem as zonas que permaneceram enxutas.

Os triângulos claros são os remendos dos pontos queimados completamente, feitos pelas irmãs clarissas de Chambéry.

 

A Imagem no Tecido

O que interessa mais a quem observa o Sudário são sem dúvida, as duas figuras de corpo humano em tamanho natural. Elas se prolongam cabeça contra cabeça, uma de frente, a outra, de costas.

O sudário deve ter sido posto longitudinalmente em torno do corpo, para que as imagens pudessem formar-se daquele modo: o cadáver que deixou as duas marcas foi deitado sobre uma metade do lençol, o qual depois foi passado por cima da cabeça e estendido até os pés.

As duas figuras humanas foram formadas por manchas de dois tipos e de cores diferentes.

Dois estudiosos americanos, o engenheiro Kenneth E. Stevenson e o Filósofo Gary R. Habermas, sintetizaram assim a descrição do homem do Sudário: "a imagem é de um homem com barba e com mais ou menos 1,80m de altura. A idade é calculada em 30-35 anos e o peso em cerca de 80 Kg. É um homem bem constituído e musculoso.

 

Um Homem Torturado

O exame dos sinais visíveis sobre o corpo permite deduzir que o Homem do Sudário foi torturado, flagelado e crucificado. Na imagem de frente, o rosto apresenta sinais bastante claros de muitos traumas: tumefações na testa, nas arcadas superciliares, nos zigomas, nas faces e no nariz- este traz uma escoriação na ponta. No conjunto, o rosto tem um aspecto composto e sereno.

Os ombros estão erguidos. Nota-se uma grande equimose no nível da omoplata esquerda e uma ferida no ombro direito; poderiam ser atribuídas ao transporte de um patibulum (travessão da cruz). Os joelhos, especialmente o esquerdo, estão escoriados por quedas violentas. Fios de sangue estão presentes em todo crânio, e são mais evidentes na nuca e na testa.

São bem visíveis os antebraços e as mãos, cruzadas sobre o abdome, a esquerda sobre a direita. No pulso esquerdo há uma grande mancha de sangue causada por uma ferida grave. Embora a mao direita esteja parcialmente ocultada pela outra, o fio de sangue que escorre pelo antebraço indica que também o seu pulso devia ter ferida semelhante. São lesões provocadas por grandes cravos. Os dedos, bem visíveis estão alongados. nota-se que os dedos polegares não aparecem; isto porque a lesão do nervo mediano, provocada pelos cravos fincados nos pulsos, na altura do espaço de Desdot, obrigou os polegares a se contraírem e oporem-se a palma das mãos.

No lado direito da caixa torácica - no Sudário, é o lado esquerdo, porque a imagem é especular (como em um espelho, o lado direito é o lado esquerdo e vice-versa) em relação ao corpo - nota-se uma grande ferida que deve ter sido causada por uma ponta de lança.

Nas duas figuras, na anterior e na posterior, notam-se decalques de sangue que formam desenhos bastante regulares em todo o corpo. O sangue se coagulou em lesões lácero-contusas ensangüentadas de modo diferente, muitas vezes aos pares em sentido paralelo, causadas por chicotadas repetidas, cerca de 120. Evidentemente foram produzidas por dois homens (carrascos) postados um de cada lado do Homem do Sudário.

O pé direito devia estar apoiado diretamente no madeiro da cruz; o esquerdo estava posto sobre o direito; ambos foram pregados juntos nessa posição, e assim os fixou a rigidez cadavérica.

 

A Imagem em Negativo

As fotografias tiradas do Sudário determinaram uma reviravolta no interesse e no conhecimento dele, que até então era considerado como simples objeto de devoção. Em 1898, Secondo Pia, advogado e fotógrafo, com sua aparelhagem técnica daquele tempo, fotografou o Sudário. Levou logo as chapas à câmara escura para revelação. Aos poucos, começaram a revelar-se os primeiros contornos, e depois, o resto, cada vez mais evidente e rico de pormenores. Com grande surpresa, viu que a imagem da chapa era muito mais nítida e compreensível do que se via diretamente no sudário.

Como bom fotógrafo, Pia sabia que no negativo devia aparecer somente a inversão das luzes e das sombras em relação com a realidade: as zonas claras deviam sair escuras e vice-versa, a direita devia aparecer a esquerda e esta a direita. Como resultado, apareceria uma caricatura grotesca, a qual teria sentido só depois de passada para o positivo. Aí ao contrário, no negativo, estava a imagem positiva, tão real quanto outras que pia tivesse visto. O próprio afirma: "fechado em minha câmara escura e absorto em meu trabalho, senti uma emoção fortíssima, quando, durante a revelação, vi aparecer pela primeira vez, na chapa, o Sagrado Rosto, com clareza tal, que fiquei aturdido".

Aquela primeira fotografia revelou esse segredo imprevisto e imprevisível e desde então se estuda o Sudário como um dos mistérios mais apaixonantes da antiguidade.

Posteriormente, usando um computador, realizaram-se várias elaborações da imagem presente no Sudário. Preparou-se um reforço e uma nova limpeza com o emprego de filtros. O uso de um procedimento matemático particular, permitiu certificar que a imagem não tem nenhum sinal de direção, e que portanto não pode ter sido pintada.

Durante as averiguações em 1978, fizeram-se milhares de fotografias, com as técnicas mais modernas, e macrofotografias científicas, radiografias, termografias, fotografias por transparências, etc.Muitíssimas outras fotografias foram feitas em 1988 durante a retirada de tecido para o exame com o carbono radioativo C14.

 

Análise com Microscópio

Em 1973, nomeou-se uma comissão para autenticar as fotografias tiradas em 1969; participava da comissão também um cientista protestante suíço, Max Frei Sulzer, perito em microvestígios e criminólogo de fama internacional, fundador e durante vinte e cinco anos diretor do serviço científico da polícia de Zurique.

Ele encontrou no sudário notável quantidade de pó atmosférico muito fino e tirou doze amostras de pó, usando fitas adesivas especiais, que podiam retirar os microvestígios do tecido sem danificá-lo.

As espécies de pólen identificadas no Sudário por Frei são 58; 17 delas se encontram na França ou na Itália. Três quartos são de plantas na Palestina, sendo muitas delas típicas e freqüentes em Jerusalém e arredores. Isso comprova que o Sudário estivera em Jerusalém. Toda a coleção das amostras de Frei Sulzer se encontra nos Estados Unidos desde 1988.

 

Uma Moeda de Pilatos

Graças a elaboração tridimensional, notaram-se dois objetos arredondados postos sobre as pálpebras (costume usado na época) ; logo se supôs que poderia tratar-se de pequenas moedas. A confirmação veio dos estudos aprofundados de Francis L. Filas, docente na Loyola University de Chicago.

Ele identificou a moeda que esteve sobre o olho direito do Homem do Sudário como um lepton, precisamente como um dilepton lituus, cunhado sob Pôncio Pilatos entre 29 e 32 d.C.

Com a técnica da sobreposição em luz polarizada, foram contados 74 pontos de congruência entre a moeda de Pilatos e a imagem sobre o olho direito. Como comparação, pode-se considerar que, para identidade de duas impressões digitais são suficientes 14 pontos coincidentes em sobreposição.

 

Rosto da imagem em negativo fotográfico

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

As duas imagens do Sudário-

 

Conclusão

O Homem do Sudário é Jesus Cristo

 

O Sudário não é uma falsificação. Com nenhuma técnica se poderia fabricar na Idade Média (como alguns afirmam) alguma coisa semelhante, nem hoje, com toda técnica moderna.

Esse pano tem as características de um tecido funerário hebraico do século I, proveniente da área palestinense.

Esse Homem sofreu uma crucifixão romana do século I, com particularidades desconhecidas na Idade Média, mas em sintonia com as descobertas histórico-arqueológicas posteriores.

Esse corpo sofreu os tormentos descritos nos evangelhos, também nas particularidades personalizadas.

O sangue humano se coagulou sobre a pele ferida e passou para o tecido, com modalidades irreproduzíveis com pincel.

Esse cadáver, posto no lençol cerca de duas horas depois da morte, permaneceu por 30 a 36 horas sem sinais de putrefação.

Essa imagem em negativo não é pintura, nem estampa, nem chamuscadura. É uma projeção do corpo, a qual codificou em si, a informação tridimensional e é como se houvera sido impressa no tecido por um fenômeno fotorradiante.

Esse lençol não tem sinais de deslocamentos; ele se afrouxou e se abaixou porque ficou vazio.

A questão do Sudário se torna uma questão aberta- dizia o escritor Ítalo A. Chiusano- O ônus da prova compete aos cientistas. Caberá a eles, explicar-nos todas as questões: dos polens, da tridimensionalidade, da imagem em negativo, das coincidências históricas e arqueológicas, das moedas de Pôncio Pilatos sobre os olhos do cadáver, da ausência de decomposição, da impossibilidade de que a imagem tenha sido pintada, etc.

Mensagem

A existência dessa imagem vigorosa no tecido sugere questões profundas. Resta a pergunta: "E vós, quem dizeis que eu sou?" por isso, o Sudário continua a apaixonar a opinião pública, desafiando a Ciência, e provocando crentes e não-crentes com o fascínio de um mistério que cada um gostaria de ver definitivamente descoberto. No silêncio da Morte, o Homem do Sudário interpela a Humanidade como Cristo há dois mil anos: "E vós, quem dizeis que eu sou?" A resposta não é fácil, porque reconhecer Cristo morto e ressuscitado significaria abalar a existência. O Sudário, como Cristo não tem pressa. Parece não temer o tempo. Tem paciência e espera. Não pode ser cancelado. É mudo, mas interroga-nos com seu silêncio. O Sudário se cala, mas faz a ciência falar.

Não foi por acaso que João Paulo II afirmou: "O Sudário é um documento que parecia esperar os nossos tempos". João Paulo II definiu assim o Sudário: " Uma relíquia extraordinária e misteriosa, e se aceitarmos os argumentos de muitos cientistas- uma testemunha singularíssima da Páscoa, da Paixão, da morte e da Ressurreição. Testemunha muda e, ao mesmo tempo, surpreendentemente eloqüente".

Naquela mísera carne, refletia o escritor François Mauriac-," saída de um abismo de humilhações e de torturas, Deus Resplandece com uma grandeza suave e terrível, e aquele rosto venerável, pede talvez mais Adoração do que Amor."

Está nu; deu tudo para resgatar-nos. Está mudo; falam por ele suas chagas. Olha-nos com os olhos fechados, de trás daquele pano que um dia Ele atravessou. E nos acolherá quando, por nossa vez, nós o atravessarmos.

Trechos extraídos do Livro "O Sudário- Uma imagem impossível" de Emanuela Marinelli -Editora Paulus.

 

 

A Verdade sobre o Santo Sudário

I -O Sudário de Turim e o Carbono 14

O Santo Sudário de Turim, é um pano de linho de 4,36 por l 10 cm, tecido em forma de peixe. Traz a imagem de um homem em frente e verso, de 1,80 m de altura, morto na cruz. Tudo indica tratar-se do sudário que envolveu o corpo de Cristo conforme JO.19,28- 42 e 20,3-10.

Apareceu em 1357, em França, como um objeto antigo. Foi levado à catedral de Turim em 1578. Alguns textos falam da presença da relíquia em Jerusalém no ano de 640 e em 1150, em Constantinopla..

Teste do carbono 14

Em Outubro de 1988, um pedaço de 7 por 1,2 centímetros, foi tirado do Sudário, cortado ao meio e uma das metades dividida em três. Seriam submetidas ao teste do Carbono 14. Como é sabido, este teste é um moderno sistema de datação de objetos muito antigos. O carbono é a base de toda a matéria orgânica da r erra. O carbono 14 é chamado de traçador radioativo. O acompanhamento da sua degradação é utilizado para se medir a idade de qualquer matéria orgânica.

O teste foi aplicado aos três pedaços por equipes independentes, em universidades de Oxford, Inglaterra; Tucson, Arizona, USA; e Instituto de Tecnologia de Zurique, Suíça. O Museu Britânico, de Londres, supervisionou, analisou os três pareceres e elaborou o relatório final e definitivo:

"Idade não superior a 723 anos. Data entre 1260 e 1390. Século XIII". O então cardeal-arcebispo de Turim, Anastácio Ballestrero, revela ao mundo que o Sudário não era uma relíquia dos tempos de Cristo como se pensava, mas uma pintura medieval. O que causou espanto entre a comunidade científica e católica, pois contrariava os resultados de praticamente todas as demais pesquisas até hoje realizadas.

 

Historiadores e Cientistas retomam o estudo da relíquia lan Wilson (Historiador)

No seu livro "Holy Faces, Secret Places" (Doubleday), o Dr. Wilson cita toda a demonstração de Isabel Piczek (artista profissional de Los Angeles) de como é impossível a um artista ou falsificador ter criado uma imagem do tipo do Sudário.

Foi ainda o Dr. Wilson que descobriu em 1973, na imagem do Sudário, um rabicho de cabelo mais comprido nas costas, costume dos judeus no século I.

Em relação ao Carbono 14, o Dr. Wilson relata exemplos que provam que o teste do Carbono 14 não é exatamente infalível. A datação, por exemplo, da erupção da ilha Egeia chamada Thera, tem diferença de 2000 anos entre um e outro laboratório que analisaram o mesmo tipo de amostra...

E em entrevista ao "Shopping News"(Jornal Brasileiro), em 04/10/92 ele alerta para fatos históricos que poderiam ter contribuído para erros no teste C-14, como o incêndio que o Sudário sofreu em 1532. E o mais impressionante: alguma forma de energia radiante, termonuclear que lampejou a imagem sobre o Sudário, poderia ter causado um desvio dos isótopos do C-14.

 

Jérôme Lejeune (Cientista -geneticista)

Trata-se de um dos mais ilustres geneticistas do mundo. É membro da Pontifícia Academia de Ciências que conta entre os seus 80 membros 25 prêmios Nobel!

Em entrevista à revista 1130 dias" (ed. brasileira, Setembro/93) ele afirma que houve um verdadeiro complô organizado para desacreditar o Sudário. E que a objeção do C-14 é anticientífica. Por quê?

O Dr. Jérôme Lejeune relata erros absurdos de datação com C-14, entre outros, até pelos laboratórios que analisaram o Sudário. Na revista "Science", 1988, o teste com C-14 atribuiu a idade de 26 mil anos à carapaça de caracóis que ainda estavam vivos!

Mais engraçado o erro publicado na revista "Radicarbon", especializada no ramo. O laboratório de Zurique deu 350 anos para uma toalha de linho que não teria mais do que 50. Deixar a datação do Sudário, sem um estudo interdisciplinar, só para o Carbono-14, é irresponsabilidade ou então intencional campanha de descrédito.

Outro dado importante do Dr. Lejeune, é o manuscrito de Pray, o mais antigo manuscrito existente na Hungria, conservado na Biblioteca Nacional de Budapeste. Foi encadernado em 1192. Portanto, século XII. Nesse manuscrito, o desenho que representa o embalsamento de Cristo, coincide com as características do Sudário. De onde se conclui que o Sudário já existia antes de 1192. Isso é uma certeza histórica definitiva contra a objeção do C-14.

 

Dimitri Kuznetzov

Cientista russo ganhador do Prêmio Lenine, o mais importante da União Soviética, graças às suas pesquisas precisamente com o Carbono-14.

Não sendo cristão, não tem interesse pelo Sudário como relíquia sagrada, se- não como um dos mais intrigantes problemas arqueológicos que se podem apresentar a um cientista, segundo palavras suas.

kuznetzov acusa aos objetores pelo C-14 de preconceito. Inclusive reproduziu em laboratório as condições traumáticas semelhantes a um incêndio (recordamos que o Sudário de Turim sofreu um incêndio em 1532, na capela de Chambéry, em França). Mais, o Dr. kuznetzov calculou o enriquecimento do C-14 que se seguiu ao tratamento do linho para transformá-lo em tecido, somando as conseqüências do incêndio. Demonstrou ainda que, o Sudário de Turim não pode ter menos de 1900 anos. Provou haver uma modificação no resultado do teste C-14 que falseia a datação: o tecido fica a parecer muito mais recente do que é na realidade.

Congressos:

Paris (1989) e Roma (1993) Organizados pelo CIEL r -Centro Internacional de Estudos sobre o Lençol de Turim. Estes Congressos mostraram evidências da veracidade da relíquia. A maior parte destas provas são as mesmas dos cientistas da NASA, que desde 1977 estão a estudar o Sudário. Somadas às outras evidências levam à constatação do resultado do teste com C-14 realizado pelos três grupos de pesquisadores objetantes.

Um mínimo de bom senso!

-Um teste do tipo C-14 deve ser repetido várias vezes para se chegar a um resultado confiável.

-A datação fica prejudicada pela enorme quantidade de substâncias orgânicas alheias que durante séculos se foram depositando sobre o lençol. Como eliminar tais impurezas?

-Exposição aos raios e luz do sol, vento, poeira, fumaça, velas, círios acesos... -Além de tocado por milhares de mãos em igrejas frias e úmidas, locais

fechados, ambientes carregados de dióxido de carbono...

-Já conhecido no século VI, a partir de onde e até hoje, os retratos são com o rosto sempre de frente.

Um mínimo de bom senso e espírito científico garantem que os três grupos de objetantes com o C-14, não tiveram nenhum espírito cientifico em procurar a verdade, dado que não poderiam ser tão desconhecedores de como há de fazer e interpretar o teste do C-14.

Nenhum cientista ou qualificado que tenha estudado o Santo Sudário pode negar sinceramente a sua autenticidade.

II -A Pesquisa Histórica no Lençol de Turim Secondo Pia (Fotógrafo)(1898)

No dia 28 de Maio de 1898 o Sudário foi fotografado pela primeira vez. No negativo da fotografia, ele descobre espantado o positivo óptico!

É totalmente impossível que se conseguisse pintar em negativo, cinco séculos antes da máquina fotográfica ter sido inventada. Não seria possível uma inversão positivo/negativo nessa época. O mesmo argumento é também defendido por Ives Delage e Paul Vignon.

Além de que ninguém, em épocas passadas, poderia reproduzir no desenho características anatômico-fisiológicas das que a Medicina tomou conhecimento só há 150 anos, no início do século XIX.

 

José Euric (1931)

Nova bateria de fotos com inúmeros detalhes novos.

Inspirados em Secondo Pia o mundo inteiro começou uma verdadeira onda de pesquisas sobre o Sudário.

Ashe (1966) e Willis (1969) Estes dois cientistas, procuraram perceber o modo como foi "impresso" o Sudário e a conclusão irrefutável é empolgante: a impressão no lençol de Turim deu- se por uma radiação luminosa-térmica.

Explicando melhor: ao ressuscitar, ou seja, a passagem do corpo morto ao estado vivo e glorioso, há uma espantosa produção de energia, que se pode comparar a uma explosão atômica. Uma explosão atômica controlada. Em relevo, segundo a profundidade da queimadura. E está de acordo ponto por ponto, com a distância do corpo que "explodiu atomicamente".Mais tarde essa descoberta foi confirmada pelos especialistas da NASA.

Dr. Max Frei (1973) Trata-se da maior autoridade mundial em identificação de pólens. Encontrou oito tipos de pólens só encontrados na Palestina: algumas plantas hoje raras, outras cada vez mais antigas e algumas inclusive que só existiam na época de Cristo.

E mais ainda: pelo estudo do pólen de outras plantas que aparecem no Sudário pode-se determinar, ou melhor, reconstituir o itinerário do Sudário: saiu da Palestina, esteve em Edesa (Turquia), Chambéry (França) e por fim Turim. Exatamente com se sabia pela história.

 

NASA (1977)

Uma equipe com mais de quarenta cientistas, onde só quatro eram católicos. Subvencionados pela NASA, gastaram mais de dois milhões e meio de dólares em equipamentos. (Fato curioso: alguns cientistas, entusiasmados com o estudo, chegaram a vender o seu próprio carro para completar a subvenção. Entre todos devemos destacar Eric Jumper -Professor de Aerodinâmica e John Jackson - Professor de Física).

Analisando o Sudário de Turim, destroem a sensação de falsificação: não encontram sinal algum de pigmento, corante ou tinta.

Qualquer teoria de impregnação é absurda. Alias pela própria análise do Lençol, se prova que Cristo já estava morto na cruz. O sangue está todo coagulado. É inadmissível a impregnação por sangue, teria que estar líquido...

Nem se trata de impregnação por ungüentos. Só por "luz", como aconteceu com a explosão atômica em Hiroshima!... E "queimou" só a parte interna do pano...

A impressão, tridimensional (caso único dentre todos os objetos analisados pela NASA até hoje) do Sudário, deu-se por radiação de um milionésimo de segundo. Mais um milionésimo de segundo de exposição a tão forte radiação térmico- luminosa e teria sido volatilizado todo o lençol !

A impressão é uniforme e dependendo da distância, maior ou menor, do corpo. Não há contato. Não há marcas de decomposição.

 

Muitos foram os que aprofundaram os estudos da NASA...Continua em estudo o abundante material recolhido, com cada dia maiores confirmações e novas descobertas.

Francisco Filas (Jesuíta especialista em História)

Os judeus tinham o hábito de enterrar os seus mortos colocando uma moeda nos olhos. Pois o Pe. Francisco Filas S.J., descobriu marcas de moedas nos olhos do Homem do Sudário, tal como enterravam os judeus. O peso da moeda servia para manter a pálpebra fechada.

Analisadas as marcas encontradas, verificou-se ser de moedas cunhadas por Pôncio Pilatos, nos anos 30-32!

 

Dr. Gall Adler

Afirma que o material vermelho, pela parte de fora, é sem dúvida nenhuma sangue e não pintura de óxido de ferro. E o sangue é típico de judeu, grupo AB.

E segundo as análises fisionômicas, o homem do lençol é do tipo físico judeu.

 

Leitura do que está impresso no linho

Deixamos, agora de lado, a conservação no incêndio de 1532 que pode e deve ser considerada milagrosa. Toda a bibliografia fala disso e poderemos voltar ao assunto. Hoje o Sudário está muito bem guardado contra roubo e profanação.

O conjunto de todos os fatores: não decomposição, sangue intacto, chamuscadura por luz, etc., mostra a meticulosidade histórica dos Evangelhos. Mostra em detalhe a Paixão. E milagrosamente, a Ressurreição, que ficou "impressa " no Lençol. E mostra sobretudo, que as disquisições e elucubrações de certos cientistas e exegetas racionalistas e modernistas contra a veracidade dos Evangelhos nada têm de científico.

Concretizemos com alguns fatos:

1.0 Nos ombros da imagem há sinais de feridas e escoriações causadas pela pressão de um objeto pesado e duro: certamente a travessa grande de madeira da cruz.

2.0 No total 121 chicotadas, por todo o corpo, principalmente nas costas, que foram feitas pelo "flagrum" romano, um chicote com dupla ponta de ferro.

3.0 A ferida nos pulsos das mãos I no chamado buraco de Destot, corresponde ao local onde foram colocados os pregos. A palma da mão não sustentaria o corpo, e rasgar-se-ia com o peso deste. Um só prego atravessava ambos os pés.

4.0 A perna esquerda está levemente dobrada no joelho e os pés estão unidos um sobre o outro. Assim era a crucificação romana.

5.0 O rosto levou golpes violentos. Tem um inchaço no pômulo direito. A cartilagem do nariz quebrado por um golpe de vara de 1 cm de largura. Um espinho atravessou uma sobrancelha, ferindo a pálpebra. Marcas de sangue em todo o corpo (lembremo-nos da exsudação no Horto das Oliveiras, além dos açoites). Há também sulcos de sangue no rosto, que correspondem a veias furadas por espinhos.

6.0 Pela ferida do costado, dá para definir a trajetória da lança: inclinação de 29 ° entre a 5! e 6! costelas.

7.0 Tem terra no calcanhar, joelhos e ponta do nariz, invisíveis a olho nu, das quedas carregando a cruz.

8.0 Quando o corpo de Jesus se transformou em luz e saiu, o Lençol ficou achatado e oco. O Sudário enrolado, dentro. Ressurreição milagrosa "Visível".

 

Alguém pode não aceitar, por problemas pessoais, a divindade de Cristo. O que não se pode é negar que o Santo Sudário de Turim envolveu um homem judeu, do século I, que sofreu a mesma paixão descrita pelos Evangelhos, e que exatamente 36 horas depois ressuscitou glorioso.

E toda uma mensagem para que acreditemos na nossa ressurreição. À sua doutrina, Deus acrescentou uma página "autografada" com a luz da sua Ressurreição e assinada com o próprio sangue.

E graças a estudos tão sérios, com a ajuda do computador, podemos passar o rosto de Jesus a cores, suprimir parte do sangue e certos machucados, abrir os olhos e saber como era o rosto de Cristo quando vivo. E de fato é assim representado Jesus desde o começo do Cristianismo até hoje pelos melhores pintores, como por exemplo Ticiano, Velázquez, Hoffmann...

A quem quiser mais dados, recomendo:

1.0 "EI Ultimo Reportero" Etxeandia, José Luis Carrerio Pamplona, Ed. Dom Bosco, 1977, 3! edição

2,0 "0 Sudário de Turim" Hei ler, John H. Tradução: Fonseca, Thea Rio de Janeiro, José Olympio, 1985

3.0 "A verdade sobre o Sudário" Stevenson, K. e Habermas, G. Tradução: Ferreira, Isabel Fontes Leal -São Paulo, Paulinas, 1983, 3! edição

4.0 "0 Santo Sudário" Wilson, lan Tradução: Deola, Nestor e Ayako Ed. Melhoramentos, 1979

Marcia Regina Cobêro

 

As palavras "Jesus"embaixo do queixo, e"Nazarenus" em um lado, foram destacadas em vermelho.

As últimas e mais dramáticas descobertas envolvem um pedaço de escrita no próprio lençol. Há anos as pessoas vêm perguntando por que abaixo e aos lados do queixo há três linhas claras e regulares onde nenhuma impressão está presente. A organização  Ciert -Centre International D Études Sur Le Linceul de Turin (Centro Internacional de Estudos do Lençol de Turim),sediada em Paris, que eu represento na Itália, conduziu estudos no instituto mais avançado da Europa em análise de imagens via computador, Institut Optique D Orsay, cujo diretor é o professor André Marion. Todas as fotografias oficiais do lençol foram divididas em dezenas de milhares de quadrados que receberam uma densidade óptica correspondente e depois foram transferidos para um programa de visualização. Por meio de um programa extremamente avançado, algumas letras emergiram gradualmente, em latim e em grego: embaixo do queixo, nós vimos escrito "Jesus" e no outro lado "Nazarenus". Qual é a explicação para isso? O centurião Extractor Mortis, encarregado de garantir a execução dos condenados, desenhava faixas decola no tecido, onde ele escrevia o nome do falecido com um líquido vermelho. Nos locais em que essas faixas foram feitas, o tecido estava impermeável e não seria sujeito ao processo químico que posteriormente formou a impressão.

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