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] Divina
Providência Ordinária - Do ponto de vista filosófico-teológico, isto é, por
raciocínios a partir da ciência de observação e da Revelação, tudo é
providencial. TUDO ACONTECE PORQUE DEUS QUER OU PERMITE. Divina Providência
Especial - Deus se serve especialmente de algum acontecimento em si mesmo
natural. Ou o conjunto de acontecimentos irrecusavelmente mostram que Deus
está dirigindo essas forças da natureza com um domínio que só o Deus da
natureza pode ter, ou então um fato natural está assinado por um Milagre e
isto garante que este acontecimento natural é especialmente Providencial. Ex.
visões religiosas. Recuperação Óssea Recuperação Óssea Este é apenas um dos
muitos milagres verificados de recuperação óssea. Para conhecer outros
muitos milagres, indicamos o livro "Milagres- a Ciência confirma a
Fé"- de Oscar G. Quevedo S.J. - Ed. Loyola Os ossos inteiros das duas pernas – O fato foi
testemunhado, no processo de canonização de São José de Leonessa, pelo
próprio médico que o verificara, e mais de seis outras testemunhas oculares.
Mais outro médico, entre outras numerosas testemunhas, juraram ter ouvido as
testemunhas oculares. Dona Clara Cricchi Dionisi declarou no
processo ser ela mesma a mãe da criança: "era seu quarto filho. Os três
primeiros nasceram saudáveis, mas no quarto filho, José, logo que nasceu após
um parto difícil, verifiquei, e a parteira comigo, que não tinha qualquer
força nas pernas. Porque na metade inferior do corpo, desde o quadril,
percebia-se que na coxa, na perna e no pé não tinha osso nem algo consistente".
O dr Herculano Ercolari, primeiro cirurgião de Leonessa (Abrúzios, Itália),
analisou conscienciosamente o menino e por fim confirmou para a desolada mãe
o duro diagnóstico: "Que quer que faça à criancinha? Não percebe que a
parte inferior do corpo não tem ossos, nem consistência, nem força?. Não
posso receitar nada, pois para este caso, os medicamentos não fazem
nada." Dois anos mais tarde, o dr. Jacinto
Ercolari, também cirurgião, filho do dr. Herculano então já falecido, viajou
para interessar-se pelo caso do menino aleijado. "Pô-lo ao colo e
apalpou-o uma e outra vez.. depois pegou-o pelas coxas, e em seguida a
criança se dobrou como se fosse de massa e (o médico) mostrou-me que na coxa,
nas pernas e nos pés não existia absolutamente nada que oferecesse
resistência; dobrou os membros, retorceu-os, enrolou-os juntos um ao lado do
outro como se amarrota um lenço. Terminou dizendo que era impossível que o
meu filho se curasse. Não havia processo de lhe fazer crescer os ossos que
não existiam". O Dr. Jacinto acrescenta no processo:
"À vista aparecia uma continuidade pura e simples da carne. Não tinha
ossos, embora externamente parecessem indicados e os membros estivessem
formados e configurados". E completa o Padre Francisco Rossi: "Sem
qualquer coisa dura, mesmo sem nervos e cartilagens que poderiam ao menos,
vir a ser um início da formação de ossos, conforme o cirurgião Jacinto Rossi
me disse. "Ali só havia" – como afirma o cônego Aluisio Carocci da
Colegiata de Leonessa- "uma porção de carne sem ossos e susceptível de
se enovelar". Continua a mãe: "Comecei logo a
invocá-lo a São José de Leonessa, tanto em casa como na Igreja, onde se rende
culto ao seu venerável corpo. Por fim já não era capaz de agüentar a minha
tristeza e as incriminações de meu marido. Peguei a criança e levei-a
sozinha, porque me envergonhava a igreja ao túmulo do santo quando lá não
havia ninguém, e coloquei-a sobre o altar. No domingo e também na segunda
feira de Páscoa de 1739. A minha prece não foi escutada. Na terça
feira de Páscoa fiz a mesma coisa: coloquei-o outra vez sobre o altar.
Ajoelhei-me perante o corpo do santo e disse: Aí o tem São José, tomai-o
morto ou curai-o, porque eu já não mais o quero assim. Depois dessas palavras
fui para a porta da Igreja. Deixara o menino sobre o altar com a
intenção de abandoná-lo lá, mas eis que o ouço chorar e com receio de que
alguma coisa pior lhe estivesse acontecendo, voltei sobre meus passos,
ajoelhei-me sobre o altar e rezei a São José com mais fervor ainda. E então vi meu filho
que do altar me estendia um pé que antes nunca pudera mexer. Desci de lá,
segurei-o como sempre debaixo dos braço mas vi muito bem que ele apoiava
perfeitamente os pés sobre os degraus do altar enquanto com uma das mãozinhas
se agarrava ao meu vestido. Estourando de alegria, abracei-me a ele.
Agradeci a São José este grandíssimo Milagre e fui correndo para casa para
mostrá-lo ao meu marido dizendo: "Tens de fazer uns sapatos a este
menino pois São José o curou por completo como vês". E comigo também ele
chorou de alegria. O meu marido que é sapateiro fez-lhe os
sapatos. E desde então sempre a criança andou e anda livremente.É bonito e
forte como todos vêem. No dia seguinte, quarta feira de Páscoa,
peguei meu filho José e ele caminhou até a casa do meu cunhado João
Crisóstomo. Admirou-se este ao ver o pequeno como também o padre Francisco
Rossi, capuchinho, que estava presente e o vira muitas vezes aleijado." Alguns dias depois, a senhora Clara Cricchi
Dionisi e seu marido Marco Dionisi receberam a visita do cirurgião Dr.
Jacinto Ercolani, o mesmo que desenganara o menino José como incurável.
Verificou uma e outra vez que José tinha todos os ossos que antes faltavam
completamente nos pés nas pernas e nas coxas. Sem sair de sua admiração,o
médico viu a criança caminhar de um lado para o outro sem a mínima
dificuldade. O médico garantiu e em toda Leonessa e seus arredores falou-se
daquele verdadeiro e indubitável milagre. Trecho extraído do livro "Milagres-A
ciência confirma a Fé- de Oscar G. Quevedo S.J. - Ed Loyola. págs 197 a 199 ______________ Copyright 2003 - Paróquia
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