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Volta

 

Em 14 de junho de 1992, oito jovens de uma turma de crismandos, juntamente com Sebastiana (Tia Bastinha), resolveram formar um grupo de aprofundamento bíblico. A partir da terceira reunião eles passaram a ter como meta atrair outros jovens para a Igreja e transformá-los em evangelizadores. Nessa mesma reunião o grupo ficou denominado com o nome "Grupo Jovem Divino Espírito Santo".

Desde então, o próprio Espírito Santo vem guiando o grupo em sua caminhada de amor e de paz.

"Vinde Espírito Santo, enchei os corações de vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor. Enviai, Senhor, vosso Santo Espírito, e tudo será criado, e renovareis a face da terra.

Oremos: Ó Deus, que instruístes os corações dos vossos fiéis, com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas, segundo o mesmo Espírito, e gozemos sempre de suas consolações, por Cristo, Nosso Senhor. Amém!”
 
 


 
 


 
 

No início, era um pequeno grupo de oito jovens que buscavam a Deus, e Deus buscava por eles.

Fundadores: Sebastiana (Tia Bastinha), Everaldo, Júlio, Inaldo, Valéria, Ricardo, Helena, Wandirlene (Wall) e Nílton.

Objetivo: Atrair jovens para uma vida com Cristo.

Animador: Inaldo (violão e cantos)

Primeiro Coordenador: Nílton

Auxiliadores: Júlio e Inaldo

Hino do Grupo: "Você Tem Valor"


 
 


 
 

Segundo Coordenador: Fernando Maciel

Auxiliadores: Wall e Júlio

Animador: Inaldo

Secretaria: Luciana

Tesouraria: Evany

1993 foi um ano de muitas críticas construtivas para o grupo e a preparação de um estatuto para entrar em vigor em 94. Se em 1992 o grupo nasceu, em 93 o Divino despontou como um grande grupo jovem da paróquia, realizando encontros, participando de atividades filantrópicas, interagindo com outros grupos e participando ativamente da liturgia das missas dominicais (inclusive com peças teatrais).

Neste ano, foi confeccionada a primeira camisa do grupo, tendo atrás a frase: "Você tem valor, o Espírito Santo se move em você."

Uma boa árvore se conhece pelos frutos. Em 1993, o GDES não só incentivou a criação, como motivou o Grupo Jovem Rosa Mística (no Parque Jatiúca, em Mangabeiras), acompanhando-o em sua formação durante um ano. Também houve o entrosamento com outros grupos jovens: Coral Renascer, CJC, Shallon (este do Vergel).

1993 também marcou por ser a entrada de Antônio Valeriano no grupo como orientador espiritual, após convite feito por Fernando e Fabrício Maciel.

Foi realizado o I Encontro das Famílias dos Membros de Grupo Jovem da Paróquia – trabalho realizado junto com o Coral Renascer e o CJC.

Em 14 de junho, comemorou-se o primeiro aniversário do grupo (no salão paroquial).

1993 trouxe também o início dos trabalhos do grupo no Sítio Andraújo, em Garça Torta, junto à Pastoral da Saúde e da Família. Dr. Dias e Dra. Neide eram o casal mais próximo do grupo na época do Sítio Andraújo.

O grupo também arrecadou alimentos para a campanha do Betinho, – "Ação e Cidadania contra a Fome e a Miséria e pela Vida".

O grupo fez visita a doentes. Lembrança de Derival (Netinho), que faleceu de câncer. Visitou-se também a Casa do Pobre, no Vergel.

Houve renovação dos que estavam à frente do grupo:

Terceiro Coordenador: Fabrício Maciel

Secretaria: Helane

Tesouraria: Wall

E 1993 foi o ano do I ENCONTRO DA AMIZADE. Criado com o objetivo de estreitar os laços de amizade dentro do grupo, que no momento enfrentava o problema das divisões (as populares "panelinhas"). Com o tema: "Nos passeios pelo mundo da alegria, sempre tem lugar para mais um...". Realizado nos Capuchinhos, nos dias 18 e 19 de setembro.

E o ano de 1994 para o Divino só começou depois de uma zelosa análise dos componentes sobre a caminhada do grupo em 1993, num Encontro de Avaliação.

Novos componentes: Márcio, Alex, Evany, Everaldo (Neguinho), Rosângela (Có), Elayne, Daniella, Ricardo Maia, Adriana, Maria, Fernando Maciel, Fabrício Maciel, Fábio Maciel, Telma, Wellington, Charles Douglas, Pollyanna, Cledysonn, Sebastiana (Aninha).


 
 

Fabrício continuava na coordenação do grupo. Animando, Fábio juntou-se ao Inaldo. Fábio permaneceria por um bom tempo tocando violão no grupo. Havia a curiosa função de almoxarife, assumida por Alex, que tomava conta do material do grupo (na época, um pandeiro e uma pequena bolsa com mensagens bíblicas sortidas, presente de D. Ana para o grupo).

1994 foi um ano de boas palestras sobre a fé cristã. Houve muitas críticas construtivas. Começava a nascer no grupo uma demasiada preocupação com o Encontro da Amizade. Confeccionou-se a segunda camisa do grupo (desenho de Helane). Continuou-se o trabalho no Sítio Andraújo.

Houve o I Encontro de Carnaval – na opinião de alguns componentes, o melhor encontro do grupo até hoje. Realizado nos Capuchinhos, de 12 a 15 de fevereiro, tinha como tema "Senhor Jesus, sois belo, o mais belo dos filhos de Deus" (Sl 44,3). Irmã Regina (Cláudia) esteve presente. O encontro teve cenas antológicas, como a do Seu Valeriano dançando cancan e Adriana chorando copiosamente, agarrando-se aos bancos da igreja para não deixar o convento.

O aniversário de dois anos do grupo foi comemorado com o I DESFEST, no salão paroquial, com a apresentação de peças, músicas e poesias de diversos grupos da paróquia.

A partir de sua segunda edição, o Encontro da Amizade passou a ter também como objetivo atrair outros jovens para participar da Igreja. Tornou-se ponto-de-encontro certo para os jovens dos diversos grupos paroquiais. O II Encontro da Amizade, cujo extenso tema era a passagem do Sl 33,1.3b (Como é bom e agradável os irmãos viverem unidos. É para ali que o Senhor envia a bênção: a vida para sempre), foi realizado de 04 a 06 de novembro, nos Capuchinhos. Entre os 45 participantes, contavam-se vários jovens do Grupo Jovem Rosa Mística, além de Dona Ana, orientadora espiritual do mesmo.

Em 1994, mais do que nos outros anos, os componentes do grupo estreitaram a amizade com os postulantes do convento. Por isso, em dezembro, num encontro de um dia, providenciou-se uma bela despedida para eles.

Houve um grande rodízio de coordenadores em 1994:

Quarta Coordenadora: Daniella (foi a primeira mulher a coordenar o grupo; pioneira, abriu caminho para muitas outras que assumiriam a liderança no grupo posteriormente).

Quinto Coordenador: Fernando Maciel (pela segunda vez).

Sexto Coordenador: Fabrício Maciel (também coordenador pela segunda vez).

Foi elaborado o estatuto do Grupo Divino. Constavam no documento:

·03 reuniões mensais em locais escolhidos pelo grupo;

·01 reunião mensal de espiritualidade;

·02 encontros: o Encontro de Carnaval e o Encontro da Amizade.

·01 vigília anual promovida pelo grupo;

·trabalho filantrópico;

·responsabilidade pela liturgia da missa uma vez por mês;

·eleição da coordenação no último domingo de janeiro;

·mandato de um ano de coordenação;

·prática de bater palmas para manter o silêncio.

Novos componentes: Antides, Rafael, Gleide, Flávia, Ana Rita, Edvo, Edmo, Rinaldo, Ronaldo, Alice, Núbia, Sandra, Luís Antônio (Toninho), Anália, Maysa, Maurício.


 
 


 
 

A falta de comunicação entre os componentes e a coordenação do grupo é uma das marcas mais fortes de 1995. Foi um ano de críticas destrutivas e preocupação exagerada com o Encontro da Amizade, em detrimento de outras atividades do grupo.

As eleições, realizadas em 24 de janeiro, traziam para a coordenação um inexperiente Edvo, recém-chegado ao grupo com o II Encontro da Amizade (novembro de 1994). Assim estava constituída a coordenação em 1995:

Sétima Coordenadora: Helane Xavier

Vice-Coordenador: Edvo Acioli

Tesouraria: Ronaldo

Relações Públicas: Antides

Secretaria: Aninha e Fábio Maciel (este, também animador)

Comemorou-se o aniversário de um ano do Grupo Enviados de Cristo, na cidade de Pilar. O grupo tinha Nílton como coordenador, um dos fundadores do Divino, e o Padre Ernesto como orientador, pároco da Jatiúca na época da criação do GDES.

Encerrou-se o trabalho no Sítio Andraújo. O grupo chegou a ir ao CRM, Centro de Recuperação de Menores (Tabuleiro), com Fátima Seabra.

Em maio, numa reunião com testemunhos inesperados e muita emoção, comemoramos o Dia das Mães.

Em 1995, imaginou-se um encontro destinado às pessoas que não pertenciam aos grupos paroquiais. Alegou-se que a maioria dos participantes do Encontro da Amizade já freqüentava a Igreja com certa regularidade. Surgiu o I Encontro dos Amigos do Divino, o "Vinde, Vede e Anunciai". Foi realizado em setembro, nos Capuchinhos.

Em novembro, nos dias 15, 16 e 17, voltávamos ao Convento para a realização do III Encontro da Amizade. Com 42 participantes, teve como tema "Amigos: uma Alma em Dois Corpos". Este tema surgiu a partir de uma das mais belas palestras do Valeriano, nosso orientador espirirual, na qual ele discorria sobre o amor-eros, o amor-filia e o amor-ágape. A palestra voltou a ser proferida no encontro, bem como numa reunião posterior com todos os jovens da paróquia. Entre os participantes do III Encontro da Amizade, contavam-se uma adolescente da comunidade do Sítio Andraújo e três rapazes do CRM.

Cada encontro da amizade trazia novos amigos, deixava sua marca, fecundava futuras saudades. O III Encontro destacou-se por ser o primeiro a fazermos a dinâmica do anjinho da guarda. Também teve a participação especial do movimento Emissários de Cristo (na época, ainda um grupo jovem da Igreja Bonfim), interpretando uma adaptação livre da peça “Confissões de Adolescente”. Uma mensagem do radialista Gilvan Nunes abria os trabalhos do dia no convento. No tradicional Show de Variedades, a primeira interpretação da peça “Ei! Você matou um homem!”.

A confraternização de final de ano do grupo ocorreu num sábado e domingo de dezembro, na casa de Edvo e Edmo, em Tabuba. Teve até um luau, com direito a colares e figurino havaiano.

Novos Componentes: Aílton, Michelle, Thiago, Rossana, Wanderléia (Déia), Valéria, Daniel Oliveira, Manúcia, Neide, Bebel, Francisca, Cláudio (Didô).


 
 


 
 

Um ano de muita dinâmica e pouco estudo bíblico. A principal inovação foi na estrutura da coordenação, que se tornou tríplice. A oitava coordenaçãodo Divino era composta, portanto, por Evany, Edvo e Maurício. Maurício logo seria substituído por Aílton.

Foi realizado o II Encontro de Carnaval em Tabuba, do dia 17 ao dia 21 de fevereiro. A espiritualidade praticamente se resumia à ida vespertina à Capela do Povoado de Santa Luzia.

No dia 20 de fevereiro, Valeriano se despedia do grupo para ingressar no Mosteiro de São Bento, no Rio de Janeiro. Fátima Seabra assumiu a direção espiritual do grupo. Não tardou e ela assumiria também a orientação espiritual de toda a juventude paroquial.

Viveu-se um dos momentos mais críticos do grupo: uma reunião dominical com a presença de apenas cinco ou seis componentes. Houve, então, uma reavaliação sobre o andamento do grupo.

Comemorou-se com atraso o aniversário de quatro anos.

O IV Encontro da Amizade teve como tema "Jovens a Serviço de Deus". Foi realizado nos Capuchinhos nos dias 15, 16 e 17 de novembro.

Novos componentes: Adonias, Cláudio (Didô), Dayanna, Edvânia, Anelize (Nel), Júnior, Nidiane.


 
 


 
 

1997 foi um ano de muita crítica construtiva. Surgiu a primeira conversa sobre um arquivo histórico do grupo. Não houve comemoração do aniversário de cinco anos do grupo. Poucas foram as palestras. Houve bom entrosamento dos membros do grupo com a coordenação.

Assim figurava a coordenação de 97:

Nona Coordenadora: Sebastiana Rogério (Aninha)

Vice-Coordenador: Eraldo Júnior

Tesouraria: Alex

Secretaria: Rossana e Daniel

Animador: Edmo

Participamos de um encontro vocacional no Colégio Marista, com jovens de diversas paróquias de Maceió.

Em julho, Valeriano retornava à direção espiritual do grupo. Passávamos a ter com ele estudos mais sistematizados, que seguiam uma lógica que facilitava a aprendizagem e, conseqüentemente, o nosso crescimento.

A partir do segundo semestre de 1997, Valeriano dirigiu o estudo do Evangelho de São Marcos.

Manúcia sugeriu e o grupo acatou: passamos a visitar o Lar São Vicente de Paula, que se tornou nosso principal trabalho filantrópico nos quatro anos seguintes.

O V Encontro da Amizade, realizado de 14 a 16 de novembro nos Capuchinhos, teve como tema "O Dom Supremo" (1Cor 13,1-13). 64 jovens participaram. Surgia a equipe da Animação (Edmo, Dayanna, Cláudio, Adonias, Rosângela, Elayne, Francisca, Júnior, Manúcia, Michelle, Wall), que tinha inclusive música e coreografia próprias (“Somos da Animação”, de autoria do Edmo). A caixa de correio foi feita com muito apuro e esforço por Edvo e Aninha: nas cores azul e amarela, assemelhava-se a mesma com a caixa de coleta da ECT.

Aliás, a decoração foi um show à parte no V Encontro da Amizade, pois Aninha, muito inspirada, encerrava na ocasião um curso de arte em isopor. Vieram, então, a caixa de correio, o troféu do encontro (um coração alado coroado com espinhos, simbolizando o “Dom Supremo”), o cartaz do Smilingüido...

O Coordenador Geral do V Encontro foi Fábio Maciel. Alex foi o Fiscal, com a responsabilidade de zelar pelo material do encontro, pela limpeza do convento, pela ordem no ambiente. Aílton e Evany foram os Apresentadores. Anália e Nidiane trabalharam na Equipe Apoio, enquanto Daniel, Luciana e Rossana deram sua valiosa contribuição na Equipe Cozinha. Fábio também esteve à frente da Equipe Capela, junto com Seu Valeriano. Edvânia e Edvo ralaram na Equipe Correio, Aninha e Déa, na Equipe Relógio e, finalizando, na Equipe do Revezamento estiveram Fátima, Jaílton, Maria, Nilton e Núbia.

Foi o encontro também do primeiro Jantar Mariano, à trilha sonora da música Senhora. O refeitório estava belamente decorado por Fátima Seabra, que nunca mais deixou de dar uma força no jantar mariano dos encontros posteriores. No final do encontro, houve emocionadas declarações de amizade entre encontreiros e encontristas e um espontâneo momento de oração.

A confraternização do grupo, junto com o Coral Renascer, ocorreu dia 27 de dezembro, na casa de Valeriano.

Novos componentes: Fernanda (Nega), Agda.
 
 
 
 
 
 


 
 

Na preparação para o novo milênio instituída por Sua Santidade, o Papa João Paulo II, 1998 era o Ano do Espírito Santo.

A preocupação com o Encontro da Amizade atingiu seu ápice em 1998, quando a coordenação, empolgada com o sucesso do “V Encontro da Amizade – O Dom Supremo”, decidiu estruturar a comissão e dar início aos seus trabalhos ainda no mês de fevereiro. Ora, o encontro só viria a acontecer, como todo ano, em novembro. As reuniões da comissão ocorriam uma hora antes da reunião do grupo, ou seja, às 16h. Naturalmente, o ritmo estressante e descabido de tantas reuniões terminou por cansar e desanimar os componentes das diversas equipes no decorrer do ano.

Na ânsia da prematura preparação para o encontro, o grupo também se via impelido a arrecadar fundos para as despesas daquele. Se esta demasiada preocupação com o Encontro da Amizade trazia frustração e decepções, ninguém podia negar, contudo, que serviu de fonte para inúmeras e frutíferas idéias (de fato, Deus escreve certo por linhas tortas).

Uma delas foi a feira da pechincha. Alex sugeriu que fizéssemos em Rio Largo. Então, às 6h da manhã, lá estavam os componentes do Divino na estação de trem com destino à cidade vizinha. Seria uma rotina que se repetiria umas quatro, cinco vezes naquele ano.

Fizemos também cafezinhos regionais para vender após as missas matutinas das 7h e das 9h. Edmo e Daniel até fizeram uma musiquinha para ajudar as vendas (“O café da manhã tem mais sabor se for do Grupo Divino, o café da manhã tem mais sabor, venha você também comprar...”). Seguindo este refrão, os versos restantes eram criados por ambos à moda repentista de cantar.

A coordenação de 1998 assim estava estruturada:

Décimo Coordenador: Edvo

Vice-Coordenadora: Sebastiana (Aninha)

Tesouraria: Alex

Secretaria: Rossana e Evany

Animador: Edmo

1998 foi o ano da confecção da terceira e atual camisa do grupo. Desde os primeiros instantes, a chamativa e bela camisa atraiu olhares e elogios. Com um tom vermelho vivo (cor de fogo, de paixão, de garra, cor da Igreja ne festa do Espírito Santo), a camisa vermelha tornou-se uma das marcas registradas do Grupo Divino.

O desenho é de autoria do Márcio Roberto, seminarista, ex-componente do grupo. Escolhemo-lo em detrimento de outras duas opções. Sua estréia esplendorosa foi no dia 19 de abril de 1998, no cafezinho para arrecadar fundos.

Nosso trabalho filantrópico continuava a ser a visita ao Lar São Vicente de Paula, com periodicidade de uma vez a cada dois meses.

Valeriano dirigiu um estudo sobre o Evangelho de São Lucas. E por ser o Ano do Espírito Santo, também dirigiu um estudo sobre a Terceira Pessoa da Santíssima Trindade.

Criou-se o Mini-Encontro da Amizade, com duração de um dia e só para os membros do grupo. O I teve como tema “Unamo-nos, Somos o Grupo Divino”. Havia no momento a preocupação de despertar nos componentes o amor e orgulho de pertencer ao grupo.

O II Mini-Encontro da Amizade teve como tema “Construindo o Grupo em Mutirão”. Realizado poucas semanas após o I Mini-Encontro, objetivava fazer com que os membros se motivassem e vestissem a camisa do grupo para trabalhar pelo Reino.

Houve muita festa no aniversário de seis anos. Uma comemoramos com os jovens dos diversos grupos da igreja, dia 14 de junho, no costumeiro horário da reunião. Após a missa de ação de graças, tivemos outra festa, só que esta era restrita aos membros do grupo e convidados, na casa do Valeriano. Fizeram-se presentes alguns dos ex-coordenadores do Divino (Helane, Fernando e Fabrício). Inaugurou-se o arquivo histórico do grupo, então denominado de museuzinho.

No segundo semestre, a partir de uma reunião com Aílton, a coordenação trouxe duas novidades para movimentar o grupo. A primeira delas foi a dinâmica do anjinho da guarda, que na época passou a ser feito também fora do encontro da amizade. Outra inovação foi a carta de amor, que era um pequeno testemunho a ser dado por qualquer componente, nas reuniões dominicais, sobre algo que lhe tinha ocorrido durante a semana, e que o componente o teria recebido como uma carta de amor de Deus.

O VI Encontro da Amizade teve como tema “O Espírito Santo nos Une num só Corpo”, devidamente em consonância com o Ano do Espírito Santo. Foi realizado do dia 06 ao dia 08 de novembro, nos Capuchinhos. Depois de todo o trabalho nas arrecadações com cafezinhos e feiras da pechincha, mais da metade do dinheiro foi utilizado para pagar a metade da taxa do encontro de todos os encontreiros.

O grupo começou a fazer o “Natal em Família”. Por causa dos tantos frutos obtidos (de partilha, de diálogo, de entendimento, de oração...), tornar-se-ia uma constante nos meses de novembro e dezembro a realização desta novena.

A confraternização de final de ano ocorreu, como de costume, na casa de Valeriano.

Novos componentes: Sâmia, Fabrícia, Ronaldo Júnior, Marize, Iaponira, Alexandre.
 
 
 


 
 

Na preparação para o novo milênio, 1999 era o Ano de Deus Pai.

A coordenação em 1999:

Décima-Primeira Coordenadora: Evany

Vice-Coordenador: Aílton

Tesouraria: Maurício

Animador: Edmo

A coordenação começou animadíssima seus trabalhos à frente do grupo, mas sofreu um pequeno revés quando Aílton passou a trabalhar à noite e dormir durante o dia, distanciando-se, naturalmente, da liderança do grupo. Edvo assumiu a vice-coordenação.

Valeriano dirigiu um estudo sobre o Evangelho de São Mateus, visto que estávamos no Ano Litúrgico A. Também conduziu um estudo sobre Deus Pai.

O grupo chegou a promover feiras de pechincha em Marechal Deodoro. No carro de Maurício, praticamente só a coordenação participou de tais eventos.

O VII Encontro da Amizade teve como título “Pai, Já Decidi!”. Aconteceu, então, uma das maiores transformações já vivenciadas pelo grupo: deixamos de fazer o encontro nos Capuchinhos. Os quartos e o salão do convento já não eram bastantes para caber tantos encontreiros e encontristas que, inclusive, pernoitavam no local. Com a intercessão incessante de Nossa Senhora, no céu, e a intervenção de Fabrício Maciel, este junto às irmãs do Centro Social Rural Dom Adelmo Machado, mudamos a sede do nosso encontro.

Nos Capuchinhos, homens e mulheres se amontoavam nos três pequenos quartos, pelas camas e pelo chão (o terceiro quarto passou a ser usado pelas mulheres da comissão a partir do VI Encontro). A agonia do aperto aumentava em progressão geométrica para os alérgicos e os asmáticos. O grupo relutou, obviamente não aceitou tão facilmente a radical mudança, mas o tempo nos mostrou que crescer no Dom Adelmo era o destino natural e esperado por Deus para nós. Mas alguns nostálgicos ainda lamentam.

O grande painel que ilustrava o tema do encontro, reproduzido inclusive nos crachás, era de autoria de Claílton, do Grupo Jovem Teatral Unidos em Cristo. Mostrava o jovem diante de um caminho que o levava até Deus, mas com vários desvios levando às drogas, à prostituição, ao jogo...

Momentos marcantes foram o testemunho do Edmo e a dinâmica de meditação conduzida por Valeriano sobre as Bodas de Caná, levando-nos a viver, como judeus, o momento sublime da transformação da água em vinho.

No final do ano, nossa confraternização começou na casa do Valeriano, terminando na casa da Aninha e da Francisca.

Novos componentes: Danielle, Diego, Geílza, Aryadenes, Erasmo, Lílian, Leonardo, Luana, Jane, Cristiane, Joyce.
 
 


 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 
 


 
 

Fabrícia foi eleita a décima-segunda coordenadora do grupo sem estar presente na reunião de escolha. Desde a eleição, portanto, se desenhava um ano de frágil diálogo entre a coordenação e os componentes do grupo. 2000, às portas do novo milênio, foi dedicado à Santíssima Trindade.

Décima-Segunda Coordenadora: Fabrícia

Vice-Coordenador: Daniel

Tesouraria: Alex

Animadores: Edmo e Edvo

O VIII Encontro da Amizade trazia como título “Deus: Meus Três Amigos”, – inspirado tema para ilustrar a amizade na relação de amor entre Deus (nas três Pessoas Divinas) e os homens. A música que mais marcou o encontro foi a composição do Edmo, de mesmo nome.

Tal qual no VII Encontro, vivemos outro grande rompimento com o que vínhamos vivenciando até então: só poderiam participar do “Deus: Meus Três Amigos” aqueles que não pertenciam a nenhum grupo jovem da Igreja. Exceção se abria apenas aos componentes do Grupo Divino que ainda não haviam participado da nossa confraternização anual.

O Encontro da Amizade, a partir daí, mudou totalmente suas feições, deixando de ser o ponto-de-encontro dos jovens paroquianos para ser um precioso e imperdível momento de evangelização. Sim, o Senhor nos chamava a semear suas sementes em terreno ainda não cultivado. Uma nova página passava a ser escrita por Deus utilizando-se, mais uma vez, de nossas pobres mãos. Bendita seja a inspiração divina que direcionou o grupo a este novo caminho.

Novos componentes: Olívia, Patrícia, Paulinha, Alice, Eduardo, Márcia, Talita, Larissa, Franklin, Mônica, Íris Mel.


 
 


 
 

Aílton e Edvo foram eleitos em 14 de janeiro de 2001, mas a preparação para a essa nova coordenação começou aproximadamente 45 dias antes, junto com Cristiane, Olívia, Lílian e Danielle. A idéia, desde o início, era que todos os seis coordenariam o grupo em conjunto, formando um todo a serviço de Deus. Nascia também, entre eles, a filosofia do “um por todos e todos por um”.

A coordenação em 2001 era como um dado: seis faces diferentes formando o mesmo cubo. Assim caminhariam esses amigos e o Grupo Divino no decorrer de todo o ano: superando obstáculos, vencendo desafios, colhendo muitos frutos e, acima de tudo, em constante busca de sintonia com Deus.

Nas reuniões da pré-coordenação, ainda em dezembro de 2000, ficou estabelecida a criação de duas equipes: Equipe Edificai, à frente da liturgia e da oração do grupo e da coordenação; Equipe Eventos-Pessoal, responsável pelas nossas finanças e por tudo que se referisse à secretaria.

Décimo-Terceiro Coordenador: Aílton

Vice-Coordenador: Edvo

Equipe Edificai: Cristiane e Lílian

Equipe Eventos-Pessoal: Danielle e Olívia

Animadores: Edmo e Edvo

A primeira novidade foi o próprio veículo de informação da eleição dos novos coordenadores: o boletim informativo Divininho. De periodicidade mensal, o jornalzinho traria o resumo das reuniões, os nomes dos novos componentes e dos visitantes, a lista dos aniversariantes do mês, textos e frases para reflexão, além de chamadas para os eventos futuros do grupo. A partir do segundo número, estrearíamos uma das seções mais famosas e queridas do informativo: “O Mundo de Lolado”, que traria de forma descontraída e bem-humorada alguns acontecimentos do Divino no mês anterior.

Valeriano seguiu um programa de reuniões de sua autoria. Começamos estudando auto-conhecimento, de janeiro a abril, para passar, em maio, ao estudo sobre oração. A partir de agosto, o assunto passou a ser o perdão, o qual encerramos em outubro com um onírico, inesperado e emocionante baile.

Para arrecadar dinheiro para grupo, fizemos rifas-relâmpago (venda de bilhetes e sorteio no mesmo dia) e duas feiras da pechincha em Marechal Deodoro.

Realizamos o V Mini-Encontro da Amizade, com o título “Juntos Somos Mais”, nos Capuchinhos. Lá houve o encerramento de uma gincana cujo principal fim era angariar fundos para o I Juventude Unida.

2001 trouxe o grupo mais voltado para a questão familiar. Fizemos uma reunião na casa de Márcia, no mês de março. Em maio, tivemos a Reunião do Dia das Mães, com a presença das mães de 25 componentes do grupo. Em agosto, voltaríamos a fazer uma reunião semelhante como homenagem para os pais.

O Grupo foi criticado ao restringir a participação no Encontro da Amizade aos jovens não engajados. Nossos amigos dos grupos jovens reclamaram da exclusão. Mas já não podíamos dialogar com eles no Encontro como vínhamos fazendo até então, pois eram todos jovens experientes, de caminhada, o que terminava por transformar todo esforço de evangelização em pura folia de final de semana, sem muitos frutos. Ao contrário, os jovens de fora estariam muito mais propensos a receber e lucrar com o Encontro da Amizade.

Mas a coordenação teve a idéia de fazer uma versão do encontro anual para os jovens engajados. Surgia o Juventude Unida, um encontro mais curto (começaria sábado após o almoço), mais intenso e mais profundo; um diálogo maduro com os irmãos dos diversos grupos e movimentos jovens paroquiais. Uma partilha mais refinada com aqueles que têm tanto a passar quanto a receber.

O I Juventude Unida teve como tema “Deus: Entre Nós, Para Nós”. No primeiro dia, trabalharíamos basicamente a amizade, o que se refletia inclusive na decoração multicolorida do salão do encontro. No domingo, com uma decoração mais sóbria em branco-preto, trabalharíamos nossa espiritualidade.

A grande inovação foi o Momento do Silêncio. Motivados por uma palestra sobre o tema proferida por Padre Henrique Soares, iniciamos uma hora de silêncio, sendo que a vivenciamos meditando, trabalhando, lendo a Bíblia e almoçando. O almoço teria o único instante em que o silêncio seria rompido, só que de forma soleníssima: quando todos estivessem em suas posições no refeitório, Vandré faria a oração de agradecimento. Depois, todos, em completo silêncio, voltavam a atenção para seus pratos e corações.

Os trabalhos filantrópicos do Divino, então chamados “ações”, foram os mais diversos possíveis. Visitamos velhinhas no Abrigo Luíza de Marillac. Fizemos arrastão para arrecadar alimentos para os mais carentes. Realizamos, duas vezes, a Evangelização nos Sinais (em maio, desejando aos passantes um feliz dia das mães, e em dezembro, fazendo votos de um feliz natal). Num domingo de setembro, realizamos a limpeza de nossa paróquia.

Foi um ano também de estímulo à liderança. O Divino nunca tinha motivado tanto o surgimento de novos líderes. Prova disso foi o total e irrestrito apoio (inclusive financeiro) àqueles que iriam fazer o TLC (Treinamento de Liderança Cristã). Foram cinco ao todo. Dentre eles, Danielle já era coordenadora do grupo. Os outros quatro tinham pouco menos de um ano no grupo: Polaine, Karina, Patrícia e Arquiris – estes dois últimos, coordenadores do grupo em 2002.

Outra fonte de nos trouxe novos líderes foi a I Gincana No Limite do Servir. As provas eram passadas em forma de missões para as três equipes, denominadas com os nomes dos três arcanjos: São Miguel, São Gabriel e São Rafael. Teve como objetivos a arrecadação de fundos para o IX Encontro da Amizade e o aprimoramento da comunicação, do relacionamento, da iniciativa e da liderança no grupo. No encerramento, dia 30 de setembro em Tabuba, as equipes foram submetidas, inclusive, a provas físicas.

Aliás, Tabuba também foi palco para outros dois grandes acontecimentos do Grupo em 2001. Lá, comemoramos nosso aniversário de nove anos, em junho, bem como fizemos a nossa confraternização de final de ano. Em ambos tivemos oração, churrasco e, óbvio, banho de praia.

O IX Encontro da Amizade teve como tema “Vejam como Eles se Amam”. A música do encontro foi Vamos Viver como Irmãos. A idéia era empolgar os recém-chegados à Igreja por meio de um encontro que testemunhasse a amizade vivenciada pelos jovens do grupo.

Novos componentes: Tiago, Josefa, Juliana, Luciana, Divani, Heloísa, Andréa Cristina, Andréa Ferreira, Graça, Expedita, Karina, Francisco, Arquiris, Fernando (Nando), Diogo, Fernanda, as gêmeas Amanda e Andréa, Antônio, Polaine, Marlus, Flávia, Juliene, Lizete, Maíra, Valquíria, Cristiane (Crisinha), Igor, Rodolpho, Hiron, Beto, Andréa Carla.

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