|
Área metropolitana:
Grande
Recife |
|||||
|
População
recenseada (milhares de
habitantes): |
População
estimada (milhares de
habitantes): |
||||
|
1-9-1940 |
1-7-1950 |
1-9-1960 |
1-7-1970 |
1-7-1975 |
1-7-1980 |
|
|
509 |
762 |
1167 |
1763 |
2174 |
2681 |
|
|
Área
metropolitana: Grande Belo Horizonte |
|||||
|
População
recenseada (milhares de
habitantes): |
População
estimada (milhares de
habitantes): |
||||
|
1-9-1940 |
1-7-1950 |
1-9-1960 |
1-7-1970 |
1-7-1975 |
1-7-1980 |
|
|
340 |
492 |
899 |
1610 |
2166 |
2914 |
|
|
Área
metropolitana: Grande Rio |
|||||
|
População
recenseada (milhares de
habitantes): |
População
estimada (milhares de
habitantes): |
||||
|
1-9-1940 |
1-7-1950 |
1-9-1960 |
1-7-1970 |
1-7-1975 |
1-7-1980 |
|
|
2 415 |
3 303 |
5 012 |
7 502 |
9 210 |
11 307 |
|
|
Área
metropolitana: Grande São Paulo |
|||||
|
População
recenseada (milhares de
habitantes): |
População
estimada (milhares de
habitantes): |
||||
|
1-9-1940 |
1-7-1950 |
1-9-1960 |
1-7-1970 |
1-7-1975 |
1-7-1980 |
|
|
1 535 |
2 624 |
4 750 |
8 491 |
11 287 |
15 110 |
|
|
Área
metropolitana: Grande Porto Alegre |
|||||
|
População
recenseada (milhares de
habitantes): |
População
estimada (milhares de
habitantes): |
||||
|
1-9-1940 |
1-7-1950 |
1-9-1960 |
1-7-1970 |
1-7-1975 |
1-7-1980 |
|
|
423 |
592 |
1 036 |
1 781 |
2 346 |
3 089 |
|
A urbanização não só é uma questão de números. Ela é, antes de mais
nada, uma mudança qualitativa. E nas cidades que surgem novos valores
(liberdade, criatividade...) e contra-valores (desumanização,
agressividade...), novas formas de as pessoas se inter-relacionarem (relações
impessoais e horizontais...), enfim, um novo estilo de vida, o estilo de vida
urbano. Esse estilo de vida não se restringe ao perímetro urbano. Os modernos
meios de comunicação, principalmente os de comunicação de massa, projetam o
estilo de vida urbano praticamente sobre todo o interior do país.
Como se posiciona a Igreja diante dessa nova situação? A Igreja tem uma
longa experiência pastoral no meio rural, em povoados e pequenas cidades. A
presença nesses meios fundamentalmente se expressou através da ação paroquial
adaptada a esse contexto. Surge o contexto urbano bem diferente do rural. As paróquias já não se adaptam mais à nova
situação. São grandes demais para atingir suas próprias bases e pequenas demais
para atingir a cidade como um todo. Ademais, não lhes corresponde mais a
realidade de uma população que vive em comunidade, tornando-se por essa razão
seus limites uma mera convenção jurídica que não recobre nenhuma realidade
social definida.
Apesar de tudo isso, a paróquia, com ligeiras adaptações, continua
sendo, indiscutivelmente, a forma pastoral número um nas grandes cidades.
Devido a essa inadaptação, pode-se dizer que ainda não existe uma pastoral
urbana. Daí a importância desta prioridade que visa justamente criar condições
para que ela venha a surgir.
2. Conteúdo do Programa
O conteúdo do programa se define fundamentalmente ao redor da pesquisa e
da conscientização (projetos 3.1; 3.2; 3.3; 3.4; 3.5). Qualquer plano mais ambicioso seria irreal e,
portanto, não atingiria os resultados desejados. A hipótese de base é que a
paróquia é uma instituição intermédia que, nas cidades, só tem sentido à
condição de que se articule quer com as suas bases (CEBs, grupos de base,
comunidades de edifício e em edifício), quer com a cidade como um todo, através
de uma pastoral urbana orgânica (sistema vicarial e presbiterial, incluindo o
Bispo; movimentos leigos supraparoquiais, campanhas gerais como a da
Fraternidade etc.). Isto não significa que o estudo da realidade paroquial
forneça todos os dados para uma pastoral urbana. A cidade, como um todo, além
das fronteiras eclesiais, tem muito a oferecer. A isto deverá chegar a pastoral
urbana Aqui, optamos pela paróquia apenas
como ponto de partida.
Os cinco primeiros projetos incluem um esforço global de encaminhar uma
pastoral urbana. Entretanto, alguns aspectos da mesma já se visualizam e
recebem atenção no programa (projetos 3.6; 3.7 e 3.8).
3. Atividades
PROGRAMA III —
PASTORAL URBANA
PROJETO 3.1: Acompanhamento e
estudo em paróquias urbanas que estão tentando uma renovação mais significativa
Sistemática: Visitas in loco;
estudo e sistematização de dados. Encontro dos responsáveis dessas paróquias
Responsável: Linha 1
Prazo: 1977, de março a
dezembro
1978
Custo: 20.000,00
20.000,00
PROJETO 3.2: Estudo de
grupalizações eclesiais urbanas
Sistemática: Pesquisas sobre
CEBs, grupos de base ligados a paróquias, movimentos de leigos supraparoquiais
Responsável: Linha 1 — Participação
do CERIS e Linha 4
Prazo: 1977, de março a
dezembro
Custo: 20.000,00
PROJETO 3.3: Estudo da pastoral
de periferia (áreas pobres da cidade) e da pastoral dos núcleos propriamente
urbanos (áreas ricas da cidade)
Sistemática: Grupos de estudo
em várias cidades
Encontro de responsáveis
Responsável: Linha 1
Participação do CERIS
Prazo: 1977, de março a
dezembro
1978
Custo: 20.000,00
25.000,00
PROJETO 3.4: Estudo de
tentativas de pastoral urbana de conjunto
Sistemática: Grupo de
trabalho para estudo de experiências significativas.
Responsável: Linha 1 —
Participação do CERIS
Prazo: 1977, de março a dezembro
1978
Custo: 10.000,00
15.000,00
PROJETO 3.5: Elaboração de
pistas para uma Pastoral Urbana.
Sistemática: Seminário de
estudo:
1º Participantes: os Bispos e
demais colaboradores do Programa
2º Bispos e agentes de pastoral interessados.
Responsável: Linha 1 — Participação do CERIS e I.N.P.
Prazo: 1978, 1º semestre
2º semestre
Custo: 35.000,00
35.000,00
PROJETO 3.6: Estudo sobre
Pastoral Operária.
Sistemática: Seminário de
estudos para levantamento e análise das experiências de pastoral operária, com
a participação de agentes de pastoral e militantes operários
Seminário de estudos para
agentes, teólogos e Bispos, sobre a presença da Igreja no mundo operário
Responsável: Linha 1 — Setor
Leigos
Participação da Linha 6 — Setor
Ação Social
Prazo: 1977, 25 a 27 de
novembro
1978
Custo: 30.000,00
35.000,00
PROJETO 3.7: Elaboração de
celebrações litúrgicas para a realidade urbana
Sistemática: Grupo de
trabalho, valendo-se de dados do projeto 3.2.
Responsável: Linha 4
Prazo: 1977, de março a dezembro
1978
Custo: 5.000,00
8.000,00
PROJETO 3.8: Produção de
material audiovisual sobre a problemática das populações urbanas
Sistemática: Grupo de
trabalho
Responsável: Linha 6 —
Setor MCS,
Participação de SONO-VISO
Prazo: 1977, de março a
dezembro
1978
Custo: -
PROGRAMA
IV — RESPONSABILIDADE DA IGREJA FACE À ORDEM TEMPORAL
1. Sentido da Prioridade
O que inspirou esta prioridade, nos termos acima formulados, foi a
consciência de que o atual momento brasileiro levanta graves problemas,
envolvendo diretamente exigências de justiça social, para cuja superação a
Igreja não pode se eximir da responsabilidade de trazer a sua colaboração
específica.
Assim, o objetivo implícito nessa prioridade consistirá, essencialmente,
em procurar definir, com objetividade e isenção, as características da atual
conjuntura brasileira bem como a responsabilidade que a missão pastoral confere
à Igreja neste momento.
Não se trata de um objetivo abstrato, qual seria a elaboração de um
modelo teórico que permitisse uma compreensão especulativa da realidade atual e
de suas exigências pastorais. Trata-se de um objetivo concreto de colaborar com
a Igreja, povo de Deus, para que ela, em todos os seus níveis, chegue no Brasil
a uma consciência cada vez mais clara desta realidade e destas exigências.
Seu campo de ação, de início, parece definir-se em termos de:
— estudo permanente da
conjuntura brasileira;
— trabalho de ampla
conscientização das bases, através dos agentes de pastoral e de um instrumento
de divulgação interna;
— acompanhamento e
análise das exigências que esta atitude faz ao conjunto da ação pastoral.
2. Conteúdo do Programa
O programa visa uma ação a médio e longo prazo; entretanto, desde já,
são conhecidas certas exigências pastorais, as quais se pretende atender com os
projetos 4.3, 4.4 e 4.7.
Parece necessário também não se perder de vista a temática dos grupos de
influência, a qual, não constituindo uma prioridade do atual Plano Bienal,
representa uma frente pastoral decisiva para a missão da Igreja no atual
momento brasileiro. No presente plano, a Linha 6, Setor Ação Social, se propõe
levar adiante a preocupação com os grupos de influência, além do mencionado nos
projetos 4.1 e 4.2, atendendo especialmente a 3 tipos de grupos: os políticos,
através do projeto 4.3; a classe rural, colaborando com a Linha 1, no projeto
4.5; o meio universitário e o magistério, colaborando com o Setor Educação, no
projeto 4.6.
Enfim, a Linha 6, Setor Ação Social, mais diretamente incumbida da 4.ª
prioridade, se dispõe a colaborar com projetos afetos a outras linhas,
referentes à temática desta prioridade. Tais são os casos dos projetos 4.8, 4.9
e 4.10, e mais os relativos à Pastoral urbana.
3. Atividades
PROGRAMA IV —
RESPONSABILIDADE DA IGREJA FACE À ORDEM TEMPORAL
PROJETO 4.1: Formação social de
agentes de pastoral.
Sistemática: Cursos de quatro
meses
Responsável: Linha 6 — Setor
Ação Social. Participação do IBRADES
Prazo: 1978, março a
julho
Custo: IBRADES
PROJETO 4.2: Cursos rápidos
sobre a Responsabilidade da Igreja face à ordem temporal
Sistemática: Seminários de uma
semana
Responsável: Linha 6 — Setor
Ação Social. Participação do IBRADES
Prazo: 1977, de março a dezembro
1978, 2º semestre
Custo: IBRADES
PROJETO 4.3: Elaboração de
subsídios para uma educação política
Sistemática: Grupo de trabalho
para análise de experiências
Divulgação
Responsável: Linha 6 —
Setor Ação Social. Participação da Com. Nac. Justiça e Paz
Prazo: 1977, de março a
dezembro
1978
Custo: IBRADES
PROJETO 4.4: Acompanhamento e
avaliação de projetos governamentais e suas implicações pastorais.
Sistemática: Grupo de
trabalho.
Responsável: Linha 6 — Setor Ação Social.
Prazo: 1977, de março a dezembro
1978
Custo: IBRADES
PROJETO 4.5: Preparação de um
texto sobre os direitos do homem do campo
Sistemática: Grupo de
trabalho
Responsável: Linha 6 —
Setor Ação Social. Participação Linha 1 — Setor Leigos e Com. Nac. Justiça e Paz
Prazo: 1977, de março a dezembro
1978, até julho
Custo: IBRADES
PROJETO 4.6: Reflexão sobre
formação universitária: dimensão sócio-política da fé e o desenvolvimento
Sistemática: Encontro nacional
Responsável: Linha 6 — Setor
Educação. Participação da ABESC
Prazo: 1977, outubro
Custo: 30.000,00
PROJETO 4.7: Produção de
material audiovisual (quatro montagens) referente à posição da Igreja face à
situação sócio-político-econômica
Sistemática: Grupo de trabalho
para elaboração de roteiros sobre: Saúde, Trabalho, Alimentação e Habitação
Responsável: Linha 6 — Setor
MCS
Participação de SONO-VISO e
Linha 6 - Setor Ação Social
Prazo: 1977: Saúde, outubro e novembro
1978: Trabalho, fevereiro
Alimentação: março a junho
Habitação: setembro e outubro
Custo: -
PROJETO 4.8: Conscientização
dos grupos de influência no campo da Educação
Sistemática: Cursos
Responsável: AEC Participação
do IBRADES
Prazo: 1977, 2º semestre
1978, 2º semestre
Custo: AEC
PROJETO 4.9: Reflexão sobre a
função da escola (1º e 2º graus) no seu papel de educar para a Justiça
Sistemática: Grupo
de trabalho. Publicação dos
resultados
Responsável: AEC Linha 6 — Setor Ação Social
Prazo: 1977, junho a dezembro
Custo: AEC
PROJETO 4.10: Informação e
análise da realidade nacional e eclesial do Brasil e presença dos Religiosos
nela.
Sistemática: Participação na Assembléia Geral da CRB
Responsável: CRB Participação
da Linha 6
Setor Ação Social
Prazo: 1977, 23 a 30 de julho
Custo: CRB
PROGRAMA
V — ATIVIDADES COMPLEMENTARES DAS SEIS LINHAS DE TRABALHO
1. Sentido do Programa
Além das prioridades pastorais, a ação pastoral se processa, em nível
nacional, em todos os setores que constituem as seis linhas de ação. São
atividades constantes e inadiáveis que buscam alimentar a ação global da Igreja.
Isso constitui o objetivo do Programa V. Não se pode falar, porém, de uma ação
rotineira. Como se verá pela introdução
a cada linha, há na definição das atividades uma tonalidade especial que revela
consciência da realidade e das necessidades pastorais mais urgentes do momento.
A grande inspiração deste programa está no próprio corpo de Diretrizes Gerais,
onde a justificativa e os objetivos de cada linha de ação se acham definidos.
Aqui, ainda mais que nas prioridades, as atividades permanentes constituem um
volume substancial de trabalho. Fazemos distinção, até mesmo gráfica, entre
projetos e atividades permanentes.
O programa V se inicia com o projeto 5.0 - 1 "Campanha da
Fraternidade" (em verdade, um conjunto de muitos projetos), a cargo da
Equipe de Coordenação, e onde se encontram, em estreita colaboração, todas as
linhas e setores. O programa
prossegue com as atividades das linhas indicadas pela
numeração correspondente de 1 a 6.
2. Conteúdo
Linha 1 — Unidade Visível da Igreja
No quadro da unidade visível da Igreja, a Equipe de Coordenação
representa um esforço de globalização de todo o trabalho dos organismos
nacionais (projetos 5.0.1, 5.0.2, 5.0.3, 5.0.4 e 5.0.5).
O Setor Ministérios continua no esforço de atualização dos Bispos
(projeto 5.1.1); assume o acompanhamento e esforço de interpretação da
realidade dos novos ministérios (projeto 5.1.2).
O Setor Vocações e Seminários acompanha as tentativas das novas formas
de surgimento de vocações, retoma a caminhada de preparação de presbíteros e
religiosos nos Seminários e promove uma reflexão sobre o ensino da teologia
(projetos 5.1.4 a 5.1.7).
O Setor Vida Religiosa assegura o relacionamento permanente da CRB com a
CNBB, ressaltando, neste plano, a Pastoral Vocacional.
O Setor dos Institutos Seculares acompanhará, de modo particular, a
estruturação de uma adequada coordenação nacional dos Institutos Seculares e
novas formas de vida consagrada no mundo.
O Setor Leigos prossegue na tarefa de articular a aproximação dos
movimentos em nível nacional (projetos 5.1.8 e 5.1.9) e a atuação no meio rural
(projeto 5.1.10).
O Setor Juventude busca articular as forças dos vários movimentos e
grupos de jovens (projetos 5.1.11, 5.1.12 e 5.1.13).
Linha 2 — Ação e Animação Missionária
A missão da Igreja de evangelizar todos os homens, em qualquer meio e
ambiente, requer uma ampla variedade de atividades.
No Brasil, existe ainda o problema da maturação e autonomia eclesial das
"regiões missionárias" (projete 5.2.1) e da responsabilidade da
Igreja local, nesta caminhada (projetos 5.2.2 e 5.2.3).
A responsabilidade da evangelização das comunidades indígenas é um
desafio que espera resposta adequada (projetos 5.2.4, 5.2.5 e 5.2.6).
É preciso acompanhar e orientar a formação dos missionários e a contínua
atualização dos que atuam na evangelização (projeto 5.2.7).
A exigência de inserir na vida pastoral da Igreja os numerosos grupos de
nacionalidades estrangeiras, motivou o projeto 5.2.8.
A animação do mês das missões, em sintonia com a Igreja Universal, conta
com o projeto 5.2.9.
Linha 3 — Catequese
Continua a preocupação com a catequese nas escolas (projeto 5.3.1).
Parece ser o momento oportuno de se averiguar a situação da catequese no
seu sentido mais amplo e global, especialmente logo após o próximo Sínodo dos
Bispos (projeto 5.3.3).
A educação da fé através dos Santuários será tratada no projeto
5.3.2. Uma ulterior preparação do tema
do próximo Sínodo dos Bispos por parte dos delegados conta com o projeto 5.3.4.
Linha 4 — Liturgia
Dentro de suas atividades normais de produção de subsídios que favoreçam
a animação das celebrações litúrgicas (projetos 5.4.6, 5.4.7 e 5.4.8), a Linha
4 volta sua atenção para situações específicas que estão exigindo um esforço de
adequação dos ritos, música e linguagem à índole do povo brasileiro e de grupos
com características particulares (projetos 5.4.4, 5.4.5 e 5.4.9).
Especialmente no campo dos cantos e música sacra, a colaboração interconfessional é um enriquecimento apreciável (projeto 5.4.10).
Na linha da reflexão sobre os sacramentos, serão elaborados documentos
pastorais sobre a unção dos enfermos e a celebração do matrimônio (projeto
5.4.1).
Há também o encaminhamento de um Diretório sobre os sacramentos em geral
e cada sacramento em particular, a fim de incentivar um melhor uso dos novos
livros litúrgicos com a devida adequação às exigências das assembléias
concretas.
Frente à escassez de pessoas capazes de conduzir uma autêntica renovação
litúrgica, criativa e fundamentada, dar-se-á particular importância à formação
de professores de liturgia e pessoas aptas a animarem as comissões regionais e
diocesanas de liturgia (projeto 5.4.2).
O fato pastoral da transmissão de celebrações litúrgicas pelo rádio e TV
está solicitando mais um passo na colaboração com a Linha 6, Setor MCS, para
aprofundar certos aspectos fundamentais desta problemática e multiplicar
agentes especializados no setor (projeto 5.4.3).
Linha 5 — Ação Ecumênica e Diálogo Religioso
O sentido da atuação no campo do ecumenismo não pode ser reduzido aos
limites de um programa propriamente dito.
Antes, trata-se de ir criando uma mentalidade ecumênica em toda a ação
da Igreja, em todos os setores e frentes de atuação.
Nesta visão, inspiram-se os projetos 5.5.1 e 5.5.2 e as atividades
permanentes desta Linha, como: a publicação de um diretório de ecumenismo. a
participação recíproca em assembléias das Igrejas que entretêm um diálogo
formal, a presença de pessoas envolvidas em ecumenismo na realização de
projetos de maior importância das prioridades e das outras linhas.
Além de fortalecer o diálogo já iniciado com algumas Igrejas Cristãs, a
Linha 5 empenhar-se-á especialmente no diálogo com a Igreja Ortodoxa e com
Igrejas Pentecostais.
Uma grande parte dos projetos do plano bienal anterior é reassumida, mas
agora em forma de atividades permanentes, como sejam: subsídios para a Semana
da Unidade; encontros de dirigentes nacionais de Igrejas Cristãs; funcionamento
de comissões bilaterais já existentes: Igreja Evangélica de Confissão Luterana,
Igreja Episcopal e Igreja Metodista; encontros de teólogos católicos e
evangélicos no Instituto Nacional de Pastoral; colaboração interconfessional em
Música Sacra; contatos com organismos interconfessionais e ecumênicos.
Finalmente, no Setor do Diálogo com religiões não-cristãs, o contato com
o judaísmo ocupa um lugar especial.
Linha 6 — Presença da Igreja no Mundo
O Setor Educação propõe-se a refletir sobre a escola e os grupos de
jovens (projeto 5.6.1.) e promover a Campanha da Fraternidade nas escolas
(projeto 5.6.2.). Uma reflexão sobre escola sistemática e escola paralela será
feita pelo projeto 5.6.3.
O Setor Ação Social encaminhará a programação de setores especiais de
evangelização (pastoral do Idoso, do Menor, das Migrações, dos Encarcerados, da
Saúde) através de Institutos Religiosos, segundo seu carisma (projeto 5.6.4);
dará continuidade aos projetos da Mulher só e abandonada (projeto 5.6.5) e do
Homem do mar (projeto 5.6.6).
O Setor MCS vem buscando, em suas atividades permanentes, o diálogo com
os profissionais da comunicação, estimulando a organização de uma
infra-estrutura regional e diocesana para a comunicação social. Para uma melhor
inserção dos MCS na pastoral global, o Setor se preocupará com subsídios
audiovisuais (projeto 5.6.7), avaliará a presença da Igreja nos MCS (projeto
5.6.8), produzirá subsídios para datas especiais (projeto 5.6.9), premiará os
melhores esforços no campo do cinema e do teatro (5.6.10 e 5.6.13), promoverá
cursos para agentes de comunicação (projeto 5.6.11) e para Bispos (projeto
5.6.12).
Equipe de
Coordenação
a) Projetos
PROJETO 5.0.1: Organização anual
da Campanha da Fraternidade
Sistemática: Detalhamento das
atividades; elaboração de material; avaliação anual
Responsável: Equipe de
Coordenação; 6 Linhas de Trabalho; Órgãos Anexos
Prazo: 1977, de 29 a 31
de maio
1978
Custo: 35.000,00
40.000,00
PROJETO 5.0.2: Reflexão sobre o
Ministério da Coordenação Pastoral
Sistemática: Cursos de quatro
dias nos Regionais, para equipes diocesanas de coordenação
Responsável: Equipe de
Coordenação
Prazo: 1977
1978
Custo: -
PROJETO 5.0.3: Experiências de
planejamento pastoral após o P.P.C.
Sistemática: Levantamento de
dados; análise das experiências; publicação
Responsável: Equipe de
Coordenação
Prazo: 1977, de março a
novembro
Custo: 20.000,00
PROJETO 5.0.4: Atualização dos
responsáveis pelas secretarias dos Regionais
Sistemática: Curso-encontro
Responsável: Equipe de
Coordenação
Prazo: Data a ser marcada
no Encontro dos Subsecretários Regionais em maio de 1977
Custo: Por conta dos
Regionais
PROJETO 5.0.5: Capacitação de
oficiais de Tribunais Eclesiásticos
Sistemática: Encontro anual de
juízes para estudar o ante-projeto De processibus do novo Código de Direito
Canônico
Curso para oficiais de Câmaras
Eclesiásticas (Centro e Sul do país)
Responsável: Equipe de
Coordenação
Prazo: 1977, julho
1978
Custo: -
b) Atividades
Permanentes
— Reuniões semanais.
— Assessoria aos
Regionais.
— Acompanhamento
permanente da execução dos projetos próprios e do conjunto do Plano Bienal.
— Preparação e avaliação
dos momentos fortes da CNBB.
1. LINHA 1 — UNIDADE
VISÍVEL DA IGREJA
SETOR MINISTÉRIOS
a) Projetos
PROJETO 5.1.1: Curso de
atualização teológico-pastoral para Bispos
Sistemática: Exposições por
peritos do I.N.P.; reflexão; busca de pistas pastorais
Responsável: I.N.P. —
Participação da Linha 1
Setor Ministérios
Prazo: 1977, 9 a 19 de
agosto
1978
Custo: 30.000,00
35.000,00
PROJETO 5.1.2: Reflexão sobre o
ministério dos presbíteros no contexto da renovação pastoral do país
Sistemática: Encontro Nacional
dos membros da CNC e outros convidados dos Regionais, com participação de
peritos
Responsável: C.N.C. —
Participação da Linha 1 — Setor Ministérios
Prazo: 1978
Custo: 40.000,00
PROJETO 5.1.3: Organização de
setores especiais de evangelização.
Sistemática: Encontro de
Superiores Maiores de Ordens e Congregações Religiosas, durante a Assembléia
Geral da CRB
Responsável: Linha 1 — Setor
Ministérios. Participação da CRB e Linha 6 — Setor Ação Social
Prazo: 1977: Dia a ser
marcado com a diretoria da CRB
Custo: -
SETOR VOCAÇÕES E
SEMINÁRIOS
PROJETO 5.1.4: Articulação da
formação dos futuros presbíteros
Sistemática: Encontro Nacional
de Reitores de Seminários Maiores e Menores
Responsável: Linha 1 — Setor
Vocações e Seminários
Participação do Setor
Ministérios da CRB e I.N.P.
Prazo: 1977, de 1 a 3 de
julho
1978
Custo: 20.000,00
25.000,00
PROJETO 5.1.5: Análise e
divulgação de experiências locais de acompanhamento de vocacionados (que já se
encaminham para opções mais definidas)
Sistemática: Questionário;
visitas; análise; divulgação
Responsável: Linha 1 —
Setor Vocações e Seminários
Participação da CRB
Prazo: 1977, março até
julho de 1978
Custo: 5.000,00
5.000,00
1. LINHA 1 — UNIDADE
VISÍVEL DA IGREJA
SETOR VOCAÇÕES
PROJETO 5.1.6: Reflexão sobre
promoção vocacional
Sistemática: Encontro nacional
de promotores vocacionais
Responsável: Linha 1 —
Setor Vocações e CRB
Prazo: 1978
Custo: 30.000,00
PROJETO 5.1.7: Reflexão sobre o
ensino de teologia moral.
Sistemática: Encontro de professores
de Seminários maiores e de Institutos de Teologia
Responsável: Linha 1 — Setor
Vocações e seminários
Participação do I.N.P.
Prazo: 1977, 12 a 15 de
julho
Custo: 5.000,00
SETOR LEIGOS
PROJETO 5.1.8: Atualização do
estudo sobre organismos de Participação dos Leigos
Sistemática: Levantamento
Responsável: Linha 1
Prazo: 1977, de março a outubro
1978
Custo: -
PROJETO 5.1.9: Assembléia Geral
dos Movimentos e Associação de Leigos.
Sistemática: Encontro de
responsáveis
Responsável: Linha 1 — Setor Leigos
Participação do C.N.L.
Prazo: 1978
Custo: 15.000,00
PROJETO 5.1.10: Reflexão sobre
pastoral rural.
Sistemática: Encontros
inter-regionais
Responsável: Linha 1 —
Setor Leigos
Prazo: 1977
1978
Custo: 15.000,00
20.000,00
SETOR JUVENTUDE
PROJETO 5.1.11: Estudo da situação
da Juventude no Brasil.
Sistemática: Levantamento
Responsável: Linha 1 — Setor
Juventude. Participação do CERIS
Prazo: 1977, de março a
novembro
Custo: 10.000,00
PROJETO 5.1.12: Reflexão
sobre Movimentos de Pastoral da
Juventude no país.
Sistemática: Levantamento e
análise.
Encontro nacional.
Responsável: Linha 1 — Setor
Juventude. Assessoria do CERIS
Prazo: 1977, de março a
dezembro
1978
Custo: 10.000,00
30.000,00
PROJETO 5.1.13: Presença da Igreja
no mundo estudantil, através de grupos organizados.
Sistemática: Levantamento
Responsável: Linha 1 — Setor
Juventude. Participação da Linha 6 — Setor Educação
Prazo: 1977, de março a dezembro
1978
Custo: 5.000,00
6.000,00
b) Atividades
Permanentes
SETOR MINISTÉRIOS
— Assessorar os
Regionais.
— Entrosar C.N.C., C.R.B.
e I.N.P.
— Levantar dados sobre
novos Ministérios.
— Refletir e elaborar
subsídios.
SETOR VOCAÇÕES E
SEMINÁRIOS
Da parte da CRB:
— Manter presença diária
(à tarde) de um elemento da CRB na CNBB.
— Tornar sempre mais vivo
entre os Religiosos o sentido teológico da vocação.
— Reassumir e realizar as
diretrizes e linhas de ação dos Encontros Vocacionais da CNBB-CRB.
— Tornar presente a
dimensão vocacional na família, nas CEBs, nas paróquias, colégios, nos
movimentos de jovens etc.
— Fazer um levantamento
de dados e sugestões sobre a dimensão vocacional.
— Refletir sobre
diferentes ministérios e serviços que os Religiosos exercem na Igreja.
— Assessorar os
Regionais.
Da parte do Setor Vocações e Seminários da CNBB:
— Caracterizar as
experiências e estilos de formação teológico-pastoral-espiritual nos principais
Seminários e Institutos de Teologia do país, por meio de questionários às
principais Instituições e Regionais
Da parte do Setor Institutos
Seculares:
Da parte do Setor Institutos Seculares:
— Participar dos
encontros nacionais.
— Incentivar uma adequada
coordenação nacional dos Institutos Seculares e novas formas de vida consagrada
no mundo. Cr$ 5.000,00 (1977); Cr$ 6.000,00 (1978).
SETOR LEIGOS
— Participar das reuniões
mensais do Conselho Nacional de Leigos.
— Estar presente nos
encontros significativos e nos Encontros Nacionais dos Movimentos e Associações
de Leigos.
— Encorajar a organização
coordenadora de Leigos nos Regionais.
— Acompanhar a escolha e atuação
dos Assistentes Eclesiásticos dos Movimentos de Leigos.
SETOR JUVENTUDE
— Acompanhar os trabalhos
da Pastoral da Juventude como Movimentos, Cursos, Coordenações Regionais.
— Incentivar e assessorar
o desenvolvimento das Coordenações Regionais de Pastoral da Juventude.
— Continuar a coleta de
informações, por Regional. dos Movimentos de Juventude, para o arquivo.
2. LINHA 2 — AÇÃO
E ANIMAÇÃO MISSIONÁRIA
a) Projetos
PROJETO 5.2.1: Acompanhamento do
processo de maturação das regiões missionárias do Brasil
Sistemática: Levantamento
Responsável: Linha 2
Prazo: 1977
1978
Custo: 5.000,00
15.000,00
PROJETO 5.2.2: Acompanhamento dos
programas Igrejas-Irmãs
Sistemática: Encontro de
responsáveis pelos programas
Responsável: Linha 2
Prazo: 1977, a partir de junho
Custo: 20.000,00
PROJETO 5.2.3: Articulação de
Institutos e Organismos Missionários
Sistemática: Encontros
regionais
Encontro nacional
Responsável: Linha 2 —
Participação do COMINA
Prazo: 1977
1978
Custo: Por conta das PPOOMM e
Institutos
PROJETO 5.2.4: Articulação da
Pastoral Indigenista Pan-Amazônica
Sistemática: Encontro internacional
Responsável: Linha 2 — Participação
do Dep. Miss. Do CELAM
Prazo: 1977, de 20 a 25 de julho
Custo: 15.000,00
PROJETO 5.2.5: Reflexão sobre a
atividade missionária da Igreja nas áreas indígenas do país
Sistemática: Encontro de
peritos.
Responsável: Linha 2 — Participação
do CIMI
Prazo: 1978
Custo: 20.000,00
PROJETO 5.2.6: Atualização de
agentes da Pastoral indígena.
Sistemática: Encontro a nível
universitário.
Responsável: CIMI — Participação da Linha 2
Prazo: 1977, de 15 a 31 de janeiro
Custo: 20.000,00
PROJETO 5.2.7: Preparação de
agentes de pastoral, nas regiões missionárias
Sistemática: Mini-cursos por
áreas
Responsável: Linha 2
Prazo: 1977, de julho a
dezembro
1978
Custo: 12.000,00
18.000,00
PROJETO 5.2.8: Levantamento dos
grupos nacionais e estrangeiros para uma orientação pastoral da evangelização
do imigrante.
Sistemática: Contatos, Encontro
de responsáveis dos vários grupos
Responsável: Linha 2
Prazo: 1977
1978
Custo: 5.000,00
15.000,00
PROJETO 5.2.9: Promoção do mês
das missões
Sistemática: Divulgação de
orientações e subsídios
Responsável: Pont. Obras
missionárias
Participação da Linha 2
Prazo: 1977, outubro
1978, outubro
Custo: Pontif. Obras
Missionárias
b) Atividades
Permanentes
— Assessorar a pastoral
nas prelazias, para incentivar e orientar a caminhada para a autonomia.
— Promover a animação
missionária do Brasil, através do COMINA.
— Articular os organismos
que atuam na pastoral das regiões missionárias.
— Organizar o
levantamento de dados, visitas, viagens, divulgação de informações,
subsídios...
3. LINHA 3 — CATEQUESE
a) Projetos
PROJETO 5.3.1: Análise da
situação da educação religiosa nas escolas da rede oficial
Sistemática: Encontro nacional
de um representante por Estado e Território
Responsável: Linha 3
Prazo: 1977, maio
Custo: 30.000,00
PROJETO 5.3.2: Avaliação
das experiências pastorais dos santuários e descoberta de novas pistas
Sistemática: Coleta de dados
Encontro nacional
Responsável: Linha 3
Participação da Linha 4
Prazo: 1977
1978
Custo: -
15.000,00
PROJETO 5.3.3: Reflexão sobre a
situação da Catequese
Sistemática: Encontro de
Coordenadores Regionais de Catequese
Responsável: Linha 3
Prazo: 1978
Custo: 30.000,00
PROJETO 5.3.4: Encontro dos
delegados ao próximo Sínodo dos Bispos
Sistemática: Estudo das
sugestões colhidas e preparação das intervenções no Sínodo
Responsável: Linha 3
Prazo: 1977, 26 e 27 de agosto
Custo: 10.000,00
b) Atividades Permanentes
— Organizar a coordenação
de equipe que prepara subsídios para o Manual da Campanha da Fraternidade.
— Acompanhar os trabalhos
referentes à edição popular da Bíblia (relacionamento com a LEB).
— Participar nos
Encontros de Catequese do CELAM.
— Assessorar os Regionais
em vista do acompanhamento das experiências de
ensino religioso nas escolas da
rede oficial e atividades catequéticas em geral.
— Manter contato com
Institutos e Escolas Catequéticas.
— Manter um serviço de
recensão de textos catequéticos: 1977 — Cr$ 6.000,00; 1978 — Cr$ 7.000,00.
4. LINHA 4 — LITURGIA
a) Projetos
PROJETO 5.4.1: Elaboração de
documento sobre liturgia dos enfermos
Sistemática: Grupo de peritos
para estudo e elaboração, a partir dos estudos já feitos
Responsável: Linha 4
Prazo: 1977, de março a dezembro
Custo: 10.000,00
PROJETO 5.4.2: Formação de
pessoal para o ensino e coordenação da Liturgia
Sistemática: Coleta de
programas e levantamento de professores
Encontro de professores e
coordenadores diocesanos de Liturgia
Responsável: Linha 4
Participação da Linha 1 — Setor
Seminários
Prazo: 1977, de março a dezembro
1978
Custo: 5.000.00
30.000,00
PROJETO 5.4.3: Liturgia de Rádio
e Televisão
Sistemática: Um encontro de
continuidade
Um curso de capacitação
Responsável: Linha 4
Participação da Linha 6 — Setor
MCS
Prazo: 1977, 16 a 18 de agosto
1978
Custo: 20.000,00
40.000,00
PROJETO 5.4.4 Tradução de textos
do Manual Romano em linguagem popular.
Sistemática: Grupo de trabalho
sobre prefácios das solenidades.
Aprovação pela CEEATL.
Responsável: Linha 4
Prazo: 1977, 17 a 19 de maio
1978
Custo: 15.000,00
5.000,00
PROJETO 5.4.5: Elaboração de
lecionário para missa com gente simples
Sistemática: Grupo de trabalho
Aprovação pela CEEATL e Santa Sé
Responsável: Linha 4
Prazo: 1977, de março a
outubro
1978
Custo: 10.000,00
5.000,00
PROJETO 5.4.6: Revisão do ritual
de Bênçãos
Sistemática: Grupo de trabalho,
a partir do modelo a ser fornecido pela S. C. do Culto Divino
Responsável: Linha 4
Prazo: 1977
Custo: 5.000,00
PROJETO 5.4.7: Subsídios para
festas de padroeiros.
Sistemática: Levantamento e
revisão das festas de padroeiros
Reunião de Bispos e párocos
Responsável: Linha 4
Participação da Linha 3
Prazo: 1977, 14 a 16 de setembro
1978
Custo: 15.000,00
8.000,00
PROJETO 5.4.8: Elaboração de
cantos para celebrações
Sistemática: Encontro de
peritos para estudo, elaboração de critérios e normas
Grupo de peritos para elaboração
de cantos para a celebração dos Sacramentos
Divulgação
Responsável: Linha 4
Prazo: 1977, 4 a 6 de outubro
(Matrimônio e Penitência)
1978: (Batismo e Confirmação)
Custo: 10.000,00
10.000,00
PROJETO 5.4.9: Elaboração de
cantos para Missa com crianças
Sistemática: Requisição de
tarefas de especialistas
Responsável: Linha 4
Prazo: 1977, de maio a
novembro
1978
Custo: 10.000,00
5.000,00
PROJETO 5.4.10: Colaboração
ecumênica em Música Sacra
Sistemática: Encontro anual
interconfessional
Responsável: Linha 4
Participação da Linha 5
Prazo: 1977, de março a junho
1978
Custo: 8.000,00
8.000,00
|
b) Atividades
Permanentes |
Custos |
|||
|
|
1977 |
1978 |
||
|
— Contatos com os
Regionais; execução de
projetos, divulgação de documentos; constituição de comissões, animação da Liturgia, formação de agentes. |
— |
— |
||
|
— Traduções: Liturgia das
Horas, Pontifical, Ritual de
Bênçãos. |
50.000,00 |
30.000,00 |
||
|
— Reflexão
teológico-litúrgico pastoral. |
— |
— |
||
|
— Reflexão
teológico-litúrgico pastoral. |
— |
— |
||
|
— Colaboração na
confecção do Manual de Liturgia
(incluindo viagem a Bogotá para um membro da equipe de redação). |
8.000,00 |
— |
||
|
— Contatos
internacionais: reunião em
Caracas, de Presidentes e
Secretários das Comissões
Nacionais (incluindo meia
passagem para cada um). |
15.000,00 |
— |
||
|
— Edição de Livros
litúrgicos oficiais. |
— |
— |
||
|
— Participação na
Campanha da Fraternidade
(elaboração de subsídios). |
— |
— |
||
|
— Intercâmbio de material
litúrgico com as outras Conferências. |
3.000,00 |
5.000,00 |
||
|
— Publicação de Benditos
e Orações populares tradicionais. |
5.000,00 |
10.000,00 |
||
|
— Acompanhamento de
"arte sacra." |
5.000,00 |
8.000,00 |
||
5. LINHA 5 — ECUMENISMO
E DIÁLOGO RELIGIOSO
a) Projetos
PROJETO 5.5.1: Atualização e
publicação de um diretório ecumênico
Sistemática: Grupo de trabalho
Responsável: Linha 5
Prazo: 1º parte: até outubro de 1977
2º parte: até outubro de 1978
Custo: 6.000,00
8.000,00
PROJETO 5.5.2: Atitudes
religiosas no meio universitário
Sistemática: Levantamento de
dados
Responsável: ABESC
Participação da Linha 5, Linha 6 —
Setor Educação
e CERIS
Prazo: 1977, setembro
Custo: -
|
b) Atividades
Permanentes |
Custos |
|||
|
SETOR ECUMENISMO |
1977 |
1978 |
||
|
— Semana da Unidade. Atividades: tradução e publicação de subsídios; avaliação da celebração da Semana; relatório para o Secretariado para a União dos Cristãos. |
1.000,00 |
1.000,00 |
||
|
— Encontros de
Dirigentes nacionais de
Igrejas. Atividades: participação
na preparação dos encontros (equipe mista); correspondência e visitas; participação nos encontros semestrais — relatórios. |
5.000,00 |
5.000,00 |
||
|
— Presença de outras
Igrejas Cristãs em
assembléias da CNBB e presença
CNBB em assembléias de outras
Igrejas. Atividades:
correspondência, acompanhamento,
viagens, relatório. |
8.000,00 |
10.000,00 |
||
|
— Entrosamento com organismos ecumênicos e interconfessionais (Secretariado à União dos Cristãos Sociedade Bíblica do Brasil e outros). Atividades: correspondência e visitas,
participação em assembléias
da CESE. |
— |
— |
||
|
— Diálogo teológico — Encontros de teólogos católicos e evangélicos no INP. Atividades:
preparação e participação
nos encontros de estudo; relatórios. |
8.000,00 |
10.000,00 |
||
|
— Comissões bilaterais existentes (luterana-católica; episcopal-católica; metodista- católica) e outras a serem eventualmente criadas. Atividades: acompanhamento dos trabalhos das comissões;
correspondência; visitas; preparação e criação de outras. |
10.000,00 |
15.000,00 |
||
|
— Diálogo com a Igreja Ortodoxa. Atividades: consti- tuição e acompanhamento de uma comissão bilateral; correspondência, visita. |
2.000,00 |
| ||