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Brasília, 6 de
janeiro de 1980 |
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† Luciano Mendes
de Almeida Secretário Geral
da CNBB |
INTRODUÇÃO
1. Desde as orientações de
João XXIII, urgindo uma coordenação orgânica das atividades pastorais na
América Latina, vem a Igreja no Brasil realizando, nos seus diversos níveis a
experiência fecunda do planejamento pastoral.
Iniciado com o "Plano de Emergência", em 1962, essa
experiência, em âmbito nacional, continua agora com o presente 5º Plano Bienal
dos Organismos Nacionais (1979-1980).
2. Um plano de pastoral se
define em função do objetivo escolhido e se articula levando em conta o nível
de suas atividades e os vários tipos de recursos (humanos, materiais,
financeiros etc.) disponíveis para a realização deste objetivo.
3. Em sua XVII Assembléia
Geral, realizada em Itaici, no mês de abril de 1979, os Bispos brasileiros
decidiram que nos próximos quatro anos, a ação pastoral da Igreja no País
deverá inspirar-se profundamente nas conclusões da III Conferência Geral do
Episcopado Latino-americano em Puebla.
4. A Comissão Episcopal de
Pastoral, por incumbência da mesma Assembléia Geral, elaborou, então, as
Diretrizes Gerais da Ação Pastoral da Igreja no Brasil, assumindo as opções
básicas de Puebla, de acordo com as exigências próprias da realidade brasileira
no atual momento histórico.
A primeira parte das Diretrizes
Gerais consiste precisamente na apresentação de um Objetivo Geral para essa
ação pastoral:
|
* A Sociedade
Brasileira em transformação |
|
* Evangelizar |
|
* A partir da opção
pelos pobres |
|
* Pela libertação
integral do homem |
|
* numa crescente
participação e comunhão |
|
* visando à construção
de uma sociedade fraterna |
|
* anunciando assim o
reino definitivo. |
6. Este objetivo, pois,
tal como explicitado nas Diretrizes Gerais, deve constituir-se numa das fontes
inspiradoras imediatas de todas as atividades pastorais, qualquer que seja o
nível em que se situem.
7. A cada Regional, a cada
Igreja Particular, a cada Comunidade, a cada Congregação, a cada Movimento, a
qualquer outra Instituição Eclesial é feito o apelo instante de assumi-lo
efetivamente nas suas programações pastorais, pois que ele é uma notável
possibilidade concreta de tornar viável uma coordenação orgânica da atividade
pastoral global.
8. É por isso que os
organismos nacionais da CNBB pretendem realizá-lo neste 5º Plano Bienal de suas
atividades. Em consonância com sua própria razão de ser, eles objetivam, com
sua programação, proporcionar condições e oferecer subsídios para a ação
pastoral dos outros níveis de Igreja.
9. As atividades do plano,
também em conformidade com as Diretrizes Gerais, estão estruturadas segundo as
seis linhas de ação pastoral, às quais se unem a Presidência e a Coordenação
Geral. A cada linha, bem como à Presidência e Coordenação Geral, corresponde um
programa desdobrado em projetos e atividades permanentes.
10. A apresentação dos
programas obedece ao esquema:
* Definição
* Síntese dos projetos
* Quadro dos projetos, com:
— conteúdo
— sistemática
— responsável
— prazo
— custo
* Atividades permanentes.
N.B. Na numeração que se encontra no quadro dos projetos, o primeiro
número identifica o programa e consequentemente a Linha ou a Presidência e a
Coordenação Geral (7); o segundo número, (nos programas 1 e 6), identifica ou
um bloco de projetos (programa 1) ou o setor da Linha (programa 6); o último
número indica a seqüência dos projetos dentro do programa.
11. Quadros Responsáveis
11.1 Nível de decisão
A CEP, juntamente com a Presidência, coordenada pelo Secretário Geral.
11.2 Nível de Coordenação
Equipe presidida pelo Secretário Geral, assistido pelo Subsecretário
Geral, para assuntos de pastoral.
11.3 Nível de assessoria
O corpo de assessores permanentes, com os Organismos Anexos e a Comissão
Nacional de Pastoral.
11.4 Nível de execução
Assessores e Organismos Anexos, com outras pessoas e/ou organizações
devidamente comissionadas, sob a supervisão do bispo responsável pela
respectiva Linha.
12. Acompanhamento e
avaliação
12.1 Reuniões mensais da CEP
e Presidência (reuniões dos assessores com o Secretário Geral, dos assessores
com o Bispo da respectiva Linha, reuniões privativas dos Bispos da Presidência
e CEP);
12.2 reuniões semanas da
equipe de coordenação;
12.3 relatórios orais e
escritos das reuniões acima;
relatório dos projetos realizados em 1979; avaliação geral em fins de
1980.
13. Como a publicação deste
5º Plano Bienal está sendo feita já no início do seu segundo ano de vigência,
resolveu-se, por motivos de praticidade, colocar em primeiro lugar a
programação de 1980. As atividades realizadas em 1979 vão registradas no final
do texto.
I —
PROGRAMAÇÃO PARA 1980
PROGRAMA
1
UNIDADE
VISÍVEL DA IGREJA — LINHA 1
1. DEFINIÇÃO
O programa
se constitui pelas atividades que visam a incentivar e a incrementar nas
diversas vocações eclesiais, a vivência da unidade orgânica do Povo de Deus,
através da comunhão e participação nas estruturas de Igreja, em todos os
níveis. A vivência dessa unidade orgânica no Povo de Deus manifesta de modo
expressivo como é ele sacramento, isto é, sinal eficaz da comunhão dos homens
com Deus e entre si.
2. SÍNTESE DOS PROJETOS
Por razões metodológicas apenas, os projetos
que estão distribuídos pelos setores da Linha, se articulam em dois grandes grupos:
— o conjunto dos que se
referem aos ministérios e estruturas eclesiais;
— o conjunto dos que se
referem aos leigos e às suas organizações pastorais.
2.1 Projetos que se referem
aos ministérios e estruturas eclesiais:
a) sob a responsabilidade
do INP, que também se propõe a criar condições para o diálogo entre Bispos e
teólogos (1.1.1), afigurou-se necessário empreender com os regionais um estudo
para assimilação e aplicação de Puebla e das Diretrizes Gerais da ação pastoral
da Igreja no Brasil, e, à luz destes, uma reflexão sobre a função dos
Secretariados Regionais (1.1.2).
b) A partir da linha
mestra de Puebla — a opção preferencial pelos pobres — deseja-se uma revisão
dos Ministérios: presbiterato (1.1.3), diaconato (1.1.4), novos ministérios (1.1.6),
entre os quais especialmente o ministério da coordenação (1.1.5).
c) As estruturas novas,
pela importância que revestem, em vista de maior comunhão e participação,
merecem atenção particular. Daí uma avaliação das Assembléias Diocesanas do
Povo de Deus (1.1.7), dos Conselhos de Pastoral nos diferentes níveis (1 .1
.8), dos Conselhos Presbiterais (1.1.9) das Comunidades Eclesiais de Base
(1.1.10).
d) A formação para as
várias vocações precisa revitalizar-se; por isso, se analisarão, em encontro
nacional (1.1.12) as experiências mais significativas que forem localizadas
(1.1.11); os resultados somar-se-ão a dados anteriores, devendo a seguir ser
colocados à disposição das Igrejas, mediante publicação (1.1.13).
e) Para a formação de
presbíteros estão voltados os projetos: cadastramento de seminários e
institutos de formação (1.1.14) e educadores e professores destes (1.1.15);
encontro nacional de formadores (1.1.16); apoio ao organismo que congrega os
que se dedicam à formação nos seminários do Brasil (1.1.17).
2.2 Projetos que se referem
a leigos e às suas organizações pastorais:
a) De
modo geral pretende este bloco de projetos atender a três preocupações:
1º) Apoio, para sua
rearticulação, ao organismo, em nível nacional, de leigos pastoralmente ativos (1.2.1);
2º) formação para a ação
(1.2.3);
3º) engajamento político e
fé (1 .2.2).
b) De modo mais específico:
1º) os projetos dedicados à
família respondem à seguinte problemática:
— pastoral da família nas
bases populares (1.2.4);
— relacionamento
CEBs-Família (1.2.5);
— paternidade responsável
(1.2.6)
2º) nos projetos do setor
juventude dominam as preocupações:
— pastoral da juventude
nas bases populares (1.2.7);
— intercâmbio das
experiências regionais de pastoral da juventude, através de subsídios elaborados a partir de tais experiências
(1.2.8);
— coordenação
descentralizada da pastoral da juventude (1.2.9);
3º) nos projetos do setor
pastoral operária, em que as exigências são inúmeras, tem-se em vista para o
momento presente:
— colocar a Igreja frente
às realidades do mundo operário e às condições de sua evangelização (1.2.10; 1.2.11);
— assegurar a leigos
engajados condições propícias para o crescimento de sua fé (1.2.13; 1.2.14);
4º) o projeto do setor
rural (1.2.14) visa a:
— favorecer uma pastoral
que englobe toda a vida do homem do campo;
— proporcionar
oportunidade de intercâmbio entre os responsáveis pelos diversos movimentos de pastoral rural.
5º) Os projetos do setor da
Pastoral Urbana pretendem realizar:
— o acompanhamento das experiências
atuais (1.2.15);
— a reflexão sobre elas
(1.2.16); a reelaboração de pistas de pastoral
urbana (1.2.17).
3.
QUADRO DOS PROJETOS
1. Referentes aos Ministérios e
estruturas eclesiais
PROJETO: 1.1.1
Conteúdo: Diálogo: Teólogos
— Bispos
Sistemática: — Manhãs de estudo por ocasião das
reuniões da CEP.
— Relatórios desses estudos enviados aos Srs.
Bispos e Teólogos.
Responsável: INP
Prazo: 1980, mensalmente
Custo: 50.000,00
PROJETO: 1.1.2
Conteúdo: Assimilação e aplicação de
Puebla e das Diretrizes Gerais da Ação pastoral da Igreja no Brasil. Reflexão à
luz desses documentos sobre a função dos Secretariados regionais e sobre a
sistemática de sua atuação orgânica com o Nacional.
Sistemática: Encontro Nacional
de secretários e subsecretários regionais, assessores nacionais, Comissão
Nacional do Clero e Equipe do INP.
Responsável: INP
Secretariado Geral
Linha 1 — Setor Estruturas
Eclesiais
Prazo: 1980, de 23 a 24
de maio
Custo: 52.000,00
PROJETO: 1.1.3
Conteúdo: Reflexão sobre
as implicações que a Opção
Preferencial pelos Pobres traz à vida e ministério dos presbíteros, agentes da
comunhão e participação.
Sistemática: 1. Encontros
inter-regionais de comissões Regionais
de Presbíteros, Relatórios.
2. Encontro Nacional da CNC com participação de mais um
representante de cada Comissão regional de Presbíteros e de uma equipe do INP.
— Reflexão a partir da síntese dos
relatórios dos encontros inter-regionais.
Responsável: Linha 1 — Setor
Ministérios
Participação: CNC e INP
Prazo: 1. 1980, junho
2. 1980, outubro
Custo: 34.000,00
70.000,00
PROJETO 1.1.4
Conteúdo: Estudo sobre o
ministério diaconal no Brasil.
Sistemática: 1. Levantamento:
— atual
situação do ministério diaconal no
País.
— reflexões
já realizadas
2. Reflexão, à luz de Puebla,
sobre os dados obtidos
— elaboração de um texto (grupo de trabalho)
3. Distribuição do texto com os
interessados na previsão de encontro
inter-regional em 1980.
Responsável: Linha 1 — Setor
Ministérios
Prazo: 1. 1980 até junho
2. 1980 até setembro
3. 1980, novembro
Custo: 5.000,00
PROJETO: 1.1.5
Conteúdo: Reflexão sobre a
prática atual do ministério da coordenação nos níveis regional, supra diocesano
e intradiocesano: unidades pastorais mais amplas (vicariato, setor, zona)
Sistemática: 1. Levantamento:
— experiências atuais
— estudos realizados
2. Análise do material coletado
por grupos de trabalho nos diversos regionais
3. Divulgação dos resultados
Responsável: Linha 1 — Setor
Ministérios
Prazo: 1. 1980, fevereiro
2. 1980, setembro
3. 1980 até dezembro
Custo: 10.000,00
PROJETO: 1.1.6
Conteúdo: Aprofundamento e
divulgação do estudo sobre ministérios novos nas bases
populares
Sistemática: 1. Síntese dos
dados já coletados em estudos anteriormente realizados (XV Ass. Geral
da CNBB — 1977 — Estudo da CNBB —
n. 23)
— Levantamento de eventuais novos
dados e integração aos já coletados
2. Reflexão a partir do conjunto
dos dados
3. Elaboração, com base na
reflexão desenvolvida, de subsídios populares (grupo de trabalho)
Responsável: Linha 1 — Setores:
Ministérios e Estruturas Eclesiais
Prazo: 1. 1980, junho
2. 1980, dezembro
3. 1980, dezembro
Custo: 10.000,00
PROJETO: 1.1.7
Conteúdo: Reflexão sobre as
Assembléias Diocesanas do Povo de Deus
Sistemática: —
Localização de experiências significativas
— Coleta de Dados
— Análise, Relatório, Divulgação
Responsável: Linha 1 — Setor
Estruturas Eclesiais
Prazo: 1980 até dezembro
Custo: 10.000,00
PROJETO: 1.1.8
Conteúdo: Reflexão sobre
Conselhos de Pastoral nos diferentes níveis
A Comunhão e a Participação nesses
Organismos
Sistemática: —
Localização de experiências significativas
— Coleta de Dados
— Análise
— Relatório — Divulgação
Responsável: Linha 1 — Setor
Estruturas Eclesiais
Prazo: 1980 até dezembro
Custo: 10.000,00
PROJETO: 1.1.9
Conteúdo: Reflexão sobre Conselhos Presbiterais
A Comunhão e a Participação neles
Sistemática: — De acordo com a CNC, encontros regionais
de Conselhos Diocesanos de presbíteros
— Preparação do Encontro inter-regional
conforme projeto 1.1.3
Responsável: Linha 1 — Setor Estruturas Eclesiais
Participação: CNC
Prazo: 1980 até julho
Custo: incluído no projeto 1.1.3
PROJETO: 1.1.10
Conteúdo: Reflexão sobre a
repercussão das CEBs, nas estruturas paroquiais e diocesanas.
Sistemática: —
Localização de Paróquias e Dioceses que iniciaram essa renovação
— Coleta de dados
— Análise dos dados coletados
— Relatório
— Divulgação
Responsável: Linha 1 — Setor
Estruturas Eclesiais
Prazo: 1980, dezembro
Custo: 10.000,00
PROJETO: 1.1.11
Conteúdo: Localização,
análise e acompanhamento de experiências significativas de
promoção e formação vocacional
(presbíteros, religiosos (as), lideranças leigas)
Sistemática: — Questionário
simples aos Regionais, dioceses e Congregações
— Visitas programadas para
conhecimento das experiências
— Relatório — Divulgação
Responsável: Linha 1 —
Setor Vocações
Participação: CRB
Prazo: 1980 até dezembro
Custo: 5.000,00
PROJETO: 1.1.12
Conteúdo: Reflexão sobre a
Pastoral Vocacional no País
Sistemática: Encontro nacional
de representantes dos Regionais, da CNBB e da CRB, diretamente envolvidos com o
trabalho da promoção vocacional
Responsável: Linha 1 — Setor
Vocações, CRB
Prazo: 1980, de 1 a 4 de julho
Custo: 60.000,00
PROJETO: 1.1.13
Conteúdo: Coleta e
publicação das reflexões mais significativas sobre a Pastoral Vocacional, realizadas no Brasil, a partir
da vigência do 1o. Plano de Pastoral de Conjunto
Sistemática: Pesquisa nos
centros de documentação pertinentes (INP, Setor Vocações CNBB, CRB (um
responsável)
Responsável: Linha 1 — Setor
Vocações
Prazo: 1980 até junho
Custo: 5.000,00
PROJETO: 1.1.14
Conteúdo: Cadastramento de
Seminários e outras Instituições de formação presbiteral
Sistemática: Atualização do
catálogo já elaborado e divulgado internamente pela OSIB
Responsável: Linha 1 — Setor
Seminários
Participação: OSIB, CERIS
Prazo: 1980, agosto
Custo: 10.000,00
PROJETO: 1.1.15
Conteúdo: Cadastramento de
educadores e professores de Seminários e Institutos Filosóficos e Teológicos
Sistemática: — Coleta
de dados
— Elaboração de um cadastro
— Publicação
Responsável: Linha 1 — Setor
Seminários
Participação: CERIS e OSIB
Prazo: 1980, agosto
Custo: 10.000,00
PROJETO: 1.1.16
Conteúdo: Intercâmbio e
entreajuda de formadores e responsáveis para Seminários Maiores
Sistemática: Encontro Nacional
dos representantes dos Regionais, alguns Reitores e Assessores convidados
Responsável: Linha 1 — Setor
Seminários e OSIB
Prazo: 1980, de 5 a 7 de
setembro
Custo: 50.000,00
PROJETO: 1.1.17
Conteúdo: Apoio aos projetos
de cursos da OSIB
Sistemática: Ajuda financeira e
assessoria
Responsável: Linha 1 — Setor
Seminários
Prazo: 1980, julho
Custo: 30.000,00
PROJETO: 1.2.18
Conteúdo: Animação e apoio
ao CNL visando reestudo de sua natureza para articulação dos leigos, a partir
das igrejas Particulares e organizações leigas de âmbito nacional.
Sistemática: — Acompanhamento
— Contatos:
— com a presidência do CNL
(Assessoria)
— com os secretariados Regionais
— Relatório anual
Responsável: Linha 1 — Setor
Leigos
Prazo: 1980 até dezembro
Custo: 10.000,00
PROJETO: 1.2.19
Conteúdo: Reflexão sobre a
ação comunitária da Igreja e a ação política.
Sistemática: Seminário
de estudos para:
— agentes pastorais que acompanham
o processo de desenvolvimento da consciência crítica das CEBs nos diversos
meios, rural, operário-urbano;
— teólogos;
— pastoralistas
Responsável: Linha 1 —
Setor Leigos
articipação: Linha 6 e INP
Prazo: 1980 , 19, 20 e 21 abril
Custo: 60.000,00
PROJETO: 1.2.20
Conteúdo: Elaboração,
publicação e divulgação de subsídios para informação e formação humana, social,
política e religiosa de leigos engajados.
Sistemática: —determinação
de um responsável para coordenação do projeto
— seleção dos
assuntos
— preparação das
fichas
— publicação
Responsável: Linha 1 —
Setor Leigos
Participação: INP e IBRADES,
Prazo: 1980, início de junho
Custo: 15.000,00
PROJETO: 1.2.21
Conteúdo: Animação da
Pastoral da Família nas bases populares
Sistemática: — Reunião de
agentes engajados em experiências de pastoral da família — nas bases
— Troca de experiências
Responsável: Linha 1 — Setor
Família
Prazo: 1980, junho
Custo: 60.000,00
PROJETO: 1.2.22
Conteúdo: Conhecimento da influência que CEBs e grupos
de reflexão na base exercem sobre a família.
Sistemática: — Visitas in loco à comunidade e grupos que
já tenham alguns anos de funcionamento
— Relatório pertinente
Responsável: Linha 1 — Setor Família
Prazo: 1980 até junho
Custo: 40.000,00
PROJETO: 1.2.23
Conteúdo: Incentivo e apoio à divulgação dos métodos
naturais de controle de natalidade.
Sistemática: — Coleta de subsídios populares
— Avaliação dos subsídios
— Estímulo à divulgação dos melhores
Responsável: Linha 1 — Setor Família
Prazo: 1980, maio
Custo: 20.000,00
PROJETO: 1.2.24
Conteúdo: Reflexão nacional
sobre pastoral da Juventude nas bases populares
Sistemática: 1. Levantamento
das experiências — confronto das experiências levantadas
2. Encontros inter-regionais
3. Encontro Nacional
Responsável: Linha 1 — Setor
Juventude
Prazo: 1. 1980, até maio
2. 1980, até setembro
3. 1980, 19, 21 de setembro
Custo: 30.000,00
PROJETO: 1.2.25
Conteúdo: Elaboração e
difusão de subsídios para Pastoral de Juventude com pistas de organização, coordenação, metodologia
etc., a partir das experiências regionais
Sistemática: Grupo de
trabalho
Responsável: Linha 1 —
setor Juventude
Prazo: 1980 até dezembro
Custo: 10.000,00
PROJETO: 1.2.26
Conteúdo: Criação, para a Pastoral da Juventude, de
uma coordenação nacional descentralizada, que seja representativa e que
funcione através de secretarias Regionais e Inter-regionais
Sistemática: 1.Levantamento das experiências
significativas em nível regional e inter-regional
2. Encontro para confronto de tais experiências
e elaboração do modelo de coordenação descentralizada
Responsável: Linha 1 — Setor
Juventude
Prazo: 1. 1980 até maio
2. 1980, de 22 a 23 de setembro
Custo: 10.000,00
PROJETO: 1.2.27
Conteúdo: Coleta e avaliação dos resultados dos Encontros
Regionais realizados pela Pastoral Operária, com vistas ao trabalho a nível
nacional
Sistemática: Encontro nacional
de agentes comprometidos com a Pastoral Operária:
Bispos, Sacerdotes, Religiosas
Responsável: Linha 1 — Setor
Leigos Participação: CPO
Prazo: 1980
Custo: 30.000,00
PROJETO: 1.2.28
Conteúdo: Promoção da consciência de responsabilidade
que a Igreja deve ter em relação ao problema dos operários
Sistemática: — Curso de iniciação ao movimento e à
Pastoral Operária para: agentes de pastoral: Bispos, Sacerdotes, Religiosas,
Leigos
— Exame dos problemas específicos que
Evangelização em meio operário apresenta
Responsável: Linha 1 — Setor
Leigos
Participação: CPO
Prazo: 1980, 13 a 15 de outubro em Angra dos Reis
Custo: 60.000,00
PROJETO: 1.2.29
Conteúdo: Formação teológica
para leigos engajados no movimento operário
Sistemática: Curso intensivo de
teologia
Responsável: Linha 1 —
Setor Leigos
Participação: CPO, INP
Prazo: 1980, 11 a 12 de outubro em Angra dos Reis
Custo: 20.000,00
PROJETO: 1.2.30
Conteúdo: Confronto de
experiências dos diversos tipos de engajamento operário
(fábrica, grupos de bairros, CEBs
etc.)
Sistemática: Encontro
Nacional de cristãos engajados no meio operário: jovens e adultos
Responsável: Linha 1 —
Setor Leigos
Participação: CPO
Prazo: 1980, agosto
Custo: 30.000,00
PROJETO: 1.2.31
Conteúdo: Intercâmbio de
experiências dos diversos movimentos de Pastoral Rural
Sistemática: 1. Três
encontros inter-regionais
— um no Norte-Nordeste
— um no Centro
— um no Sul
2. Encontro Nacional
Responsável: Linha 1 —
Setor Leigos
Participação: CPT
Prazo: 1. 1980 até junho
2. 1980, 14, 15, 16 de novembro
Custo: 25.000,00
40.000,00
PROJETO: 1.2.32
Conteúdo: Acompanhamento de
experiência de Pastoral Urbana
Sistemática: — Visitas às
cidades onde existem experiências significativas
—
Relatório concernente
Responsável: Linha 1 — Setor
Pastoral Urbana
Prazo: 1980, outubro
Custo: 40.000,00
PROJETO: 1.2.33
Conteúdo: Reflexão Pastoral sobre a Evangelização das
grandes cidades a partir da realidade destas
Sistemática: Encontro Nacional de Bispos e Coordenadores
para troca de experiências e aprofundamento, a partir do Documento: Pistas de
Pastoral Urbana
Responsável: Linha 1 — Setor Pastoral Urbana
Prazo: 1980,
setembro
Custo: 50.000,00
PROJETO: 1.2.34
Conteúdo: Reelaboração de
Texto Pistas de Pastoral Urbana (estudos da CNBB, n. 22)
Sistemática: Grupo Tarefa
(trabalho a partir dos resultados do encontro nacional, cf. projeto 1. 2. 16)
Responsável: Linha 1 — Setor
Pastoral Urbana
Prazo: 1980, até dezembro
Custo: 50.000,00
4. ATIVIDADES PERMANENTES
4.1 Setores: Ministérios e
Estruturas Eclesiais
— Assessoria
aos Regionais
— Entrosamento
com CNC., CRB. e INP.
— Reflexão
e elaboração de subsídios pastorais.
4.2 Setor: Vocações e
Seminários
— Assessoria
aos Regionais;
— identificação
e análise, em colaboração com a OSIB das experiências e estilos de formação
teológico-pastoral-espiritual nos principais Seminários e Institutos de
Teologia do País;
— organização
de encontros sub-regionais e/ou regionais com formadores e formandos, para
análise crítica das experiências;
— contato
regular com a CRB, especialmente, através do representante desta junto à CNBB,
ao qual, além do entrosamento maior com este setor da Linha 1, incumbe:
— participar
nas reuniões da CEP;
— promover sempre
mais entre os Religiosos o sentido teológico das vocações;
— empenhar-se
para a implementação das diretrizes e linhas de ação dos Encontros Vocacionais da CNBB-CRB;
— esforçar-se
por fazer sempre presente na pastoral da família, das CEBs, das paróquias, dos
colégios, dos movimentos de jovens, etc., a dimensão vocacional;
— informar
adequadamente a CNBB sobre o planejamento da CRB, especialmente no que se
refere à integração dos religiosos na Igreja Particular;
— participação
nos encontros nacionais dos Institutos seculares;
— incentivo
a uma adequada coordenação nacional dos Institutos Seculares e das novas formas
de vida consagrada no mundo;
4.3 Setores: Leigos,
Família, Juventude, Pastoral Operária e Pastoral Urbana
— Assessoria aos
Regionais.
— Presença em Encontros
Nacionais e outros mais significativos dos Movimentos e Associações de Leigos.
— Animação das
coordenações Regionais de Leigos ou incentivo à formação destas onde não
existam ainda.
— Acompanhamento da
escolha dos Assistentes Eclesiásticos de Movimentos de Leigos, bem como de sua
atuação.
— Acompanhamento de como é
impostada a Pastoral da Juventude nas coordenações regionais, nos cursos e
encontros dos movimentos de jovens etc.
— Esforço de coletar
e conservar devidamente por Regionais documentação essencial da Pastoral de
juventude, a fim de preservar-lhe a memória.
— Contato e diálogo
freqüentes com pessoas e entidades não eclesiásticas, conhecedoras da
problemática nacional, para acompanhamento de sua evolução, suas manifestações
e exigências.
— Incentivo à formação de
assessorias constituídas de leigos engajados na vida e na luta operária para os
vários níveis de reflexão e ação da Igreja.
PROGRAMA
2
AÇÃO
E ANIMAÇÃO MISSIONÁRIAS — LINHA 2
1. DEFINIÇÃO
O programa se constitui pelas atividades que animam o Povo de Deus para
descobrir, desenvolver e assumir sua vocação missionária, orientando-o no
cumprimento desta sua responsabilidade através de uma presença evangelizadora
nas situações e regiões missionárias dentro do País e fora dele.
2. SÍNTESE DOS PROJETOS
a) A XVII Assembléia dos
Bispos do Brasil (25/4/79) resolveu (V.9.1) que a linha deve prestar um serviço
de articulação e orientação das Igrejas locais, em vista de uma melhor
distribuição de recursos humanos e materiais.
Para isto, incumbe à linha 2 o
acompanhamento das áreas missionárias, para conhecer melhor a situação das
mesmas e orientar a comunhão inter-eclesial, dentro do País e fora dele (2.1. e
2.2).
b) Na mesma Assembléia
(V.9.6) o Episcopado resolveu que o novo Plano Bienal da CNBB "sem excluir
outros grupos, dê atenção particular, evitando qualquer discriminação de outros
grupos étnicos, ao estudo da problemática afro-brasileira, em vista de uma
presença evangelizadora entre as populações de origem negra" e
"intensifique os contatos de nossas igrejas com as igrejas locais de
outros países, especialmente da África".
Sob a orientação da Linha 2, e com
a participação da Linha 5, já funciona um grupo-tarefa para o estudo e
encaminhamento desta atividade pastoral. O momento forte, que deverá
fundamentar e iluminar esta atividade é o projeto 2.3. Nela se enquadram também
os projetos 2.4., 2.7, 2.9, 2.10.
c) O Episcopado, na mesma
ocasião (V.9.3 e 9.4) pediu que se intensificasse a promoção vocacional e a
formação inicial e contínua dos missionários do Brasil e de outros países. A
Linha 2 orienta os organismos responsáveis por estas atividades, especialmente
o CENFi-SCAI (2.5; 2.6; 2.8; 2.13).
d) A animação missionária
do Brasil fica especialmente a cargo das PPOOMM e do COMINA, ligados à Linha 2
(2.11; 2.12).
3. QUADRO DOS PROJETOS
PROJETO: 2.1
Conteúdo: Acompanhamento do
processo de autonomia das Regiões Missionárias do Brasil
Sistemática: — Coleta de dados
— Publicação dos resultados
Responsável: Linha 2
Prazo: 1980
Custo: 20.000,00
PROJETO: 2.2
Conteúdo: Sistematização e divulgação das experiências
dos programas Igrejas Irmãs
Sistemática: 1. Coleta de dados e experiências
2. Publicação
Responsável: Linha 2
Prazo: 1. 1980 até junho
2. 1980, 2º semestre
Custo: 20.000,00
PROJETO: 2.3
Conteúdo: Reflexão sobre
evangelização das culturas
Sistemática: Encontro
de estudiosos, sobre o tema evangelização e culturas
Responsável: Linha 2
Prazo: 1980, julho
Custo: 50.000,00
PROJETO: 2.4
Conteúdo: Intercâmbio
cultural e Pastoral África-Brasil
Sistemática: — Troca
de correspondência e de literatura pastoral
— Visitas
— Relatório
Responsável: Linha 2
Prazo: 1980
Custo: 80.000,00
PROJETO: 2.5
Conteúdo: Articulação de
institutos e organismos missionários com a Igreja local
Sistemática: —
Reuniões bimestrais da Diretoria do COMINA
— Assembléia anual
Responsável: Linha 2
Prazo: 1980, dezembro
Custo: 35.000,00
PROJETO: 2.6
Conteúdo: Intercâmbio de
experiências de formadores de missionários
Sistemática: Encontro anual
Responsável: Linha 2
Prazo: 1980, dezembro
Custo: 30.000,00
PROJETO: 2.7
Conteúdo: Reflexão sobre
experiência de ser negro por parte de agentes de pastoral
Sistemática: Encontro
nacional de padres, religiosos e outros agentes de pastoral de raça negra
Responsável: Linha 2
Prazo: 1980, fevereiro
Custo: 60.000,00
PROJETO: 2.8
Conteúdo: Formação contínua
dos Missionários
Sistemática: Cursos de
reciclagem e atualização nas regiões em que trabalham os missionários
Responsável: Linha 2
Prazo: 4 em 1980
Custo: 80.000,00
PROJETO: 2.9
Conteúdo: Reflexão sobre a
Pastoral Indígena no Cone Sul
Sistemática: Encontro
de responsáveis pela pastoral indígena na região
Responsável: Linha 2 — CIMI
Prazo: 1980, janeiro
Custo: 30.000,00
PROJETO: 2.10
Conteúdo: Reflexão sobre a
Pastoral Indígena na Bacia Amazônica
Sistemática: Encontro de
responsáveis pela pastoral indígena na região (encontro panamazônico)
Responsável: Linha 2 — CIMI
Prazo: 1980, outubro
Custo: 30.000,00
PROJETO: 2.11
Conteúdo: Sensibilização Missionária
das Igrejas do Brasil
Sistemática: Celebração
do Mês Missionário em todo o Brasil
Responsável: PPOOMM
Prazo: 1980, outubro
Custo: PPOOMM
PROJETO: 2.12
Conteúdo: Produção de
audiovisuais missionários (slides, spots, e filmes em S. 8 e 16)
Sistemática: Técnico
contratado
Responsável: PPOOMM
Prazo: 1980, setembro
Custo: PPOOMM
PROJETO: 2.13
Conteúdo: Iniciação e/ou aprofundamento dos
missionários estrangeiros na língua e na cultura brasileira
Sistemática: Cursos de língua portuguesa e da cultura
brasileira (17 semanas)
1. 36º Curso
2. 37º Curso
3. 38º Curso
Responsável: CENFI
Prazo: 1. 1980, dezembro
2. 1980, abril e agosto
3. 1980, agosto a dezembro
Custo: -
4. ATIVIDADES PERMANENTES
— Assessoria pastoral às
prelazias e igrejas carentes, através de visitas, encontros, correspondência,
fornecimento de subsídios.
— Animação missionária do
Brasil, nas duas dimensões, interna e externa, com preparação e divulgação de
subsídios, participação em encontros.
— Articulação de
Institutos e Organismos Missionários existentes no País.
— Articulação do
recrutamento, preparação, assistência e acompanhamento dos missionários
brasileiros e estrangeiros.
— Intercâmbio de
experiências pastorais e troca de informações entre igrejas da África e do
Brasil, em vista de mais intensa comunhão inter-clesial.
— Organização de
documentação especializada sobre cultura africana e afro-brasileira.
— Articulação da pastoral
indígena;
— Articulação e
acompanhamento dos programas de Igrejas-Irmãs.
— Estudo e acompanhamento
das situações missionárias do País, especialmente as apontadas por Puebla.
— Acompanhamento das
minorias étnicas estrangeiras não cristãs, para uma presença evangelizadora no
meio delas.
— Articulação dos
responsáveis pelos Meios de Comunicação Social para uma atuação dos mesmos na
animação missionária.
PROGRAMA
3
CATEQUESE
— LINHA 3
1. DEFINIÇÃO
O programa se constitui pelas atividades da catequese que, como processo
permanente de educação da fé, com pedagogia própria visa a:
1º) Formar o fiel para que,
numa contínua conversão, cresça na fé, descubra e assuma a "identidade
própria de cristão", e realize a visão cristã do homem, distinta das
visões inadequadas existentes no mundo de hoje.
2º) Criar uma consciência
crítica cristã, capaz de interpretar o homem e o mundo, com discernimento
evangélico.
3º) Despertar o
catequizando, através da formação na ação, para compromissos de fé e
consequentemente para empenho efetivo em vista à libertação integral do homem.
2. SÍNTESE DOS PROJETOS
Eles pretendem:
— Tornar mais fácil aos
pobres o acesso à Palavra de Deus nas Escrituras (3.2).
— Difundir mais amplamente
as diretrizes fundamentais para a Catequese, elaboradas a partir do Sínodo dos
Bispos e estudar como aplicá-las à situação específica do Brasil (3.6).
— Propiciar
orientações mais práticas de pastoral e pedagogia catequética (3.5).
— Promover o aprimoramento
da formação catequética ministrada nos Seminários e Institutos (3.7).
— Promover, ao nível dos
responsáveis por equipes de catequese uma avaliação da eficiência do ensino
catequético (3.4).
— Ensejar uma revisão da
prática do ensino religioso nas escolas da rede oficial (3.3).
As atividades principais da Linha
são interligadas entre si, pois que uma cria subsídios para a outra. Elas visam
fundamentalmente ao atendimento da importante priori dade de todo trabalho
catequético: a formação dos agentes de
catequese. A fidelidade destes a seus compromissos de fé deve levá-los a se
empenharem para que cresçam as comunidades de Igreja como centros de comunhão e
participação. Desta maneira, a transformação da sociedade será influenciada
pelo espírito cristão, através de seu testemunho e de sua ação.
Estas atividades se concatenam com
as atividades permanentes de dinamização da Catequese.
3.QUADRO DOS PROJETOS
PROJETO: 3.1
Conteúdo: Reflexão sobre os
textos catequéticos à luz de Puebla e da exortação Catechesi Tradendae de João
Paulo II, e a partir do seminário de Catequese realizado em São Paulo — de 14 a
17 de novembro de 1979.
Sistemática: Encontro Nacional
de elaboradores e editores de textos de catequese.
Responsável: Linha 3
Participação:
— Linha 4
— Linha 6, Setores: Educação e MCS
— Editoras
Prazo: 1980, 20, 21, 22
de junho
Custo: 60.000,00
PROJETO: 3.2
Conteúdo: Distribuição mais
ampla do texto da Escritura a preço mais acessível aos pobres.
Sistemática: Edição popular do
Novo Testamento em convênio CNBB — Edições Loyola com financiamento de
Adveniat.
Responsável: Linha 3
Prazo: 1980, fevereiro
Custo: Financiamento da Adveniat
PROJETO: 3.3
Conteúdo: Revisão do
processo do ensino religioso nas escolas da rede oficial.
Sistemática: Encontros
inter-regionais de responsáveis estaduais.
Responsável: Linha 3
Participação:
Linha 6 — Setor Educação.
Prazo: 1980
Abril, 12 a 17
Maio, 6 a 11
Junho, 1 a 5
Junho, 9 a 14
Custo: 50.000,00
PROJETO: 3.4
Conteúdo: Avaliação da
Catequese entre responsáveis das Equipes de Catequese.
Sistemática: Encontro Nacional
de Coordenadores ou Representantes regionais de Catequese.
Responsável: Linha 3
Prazo: 1980, 20 a 23 novembro
Custo: 40.000,00
PROJETO: 3.5
Conteúdo: Elaboração e publicação de orientações
Pastorais e Pedagógicas sobre a Catequese.
Sistemática: — Grupo de Trabalho
— Supervisão da Linha
Responsável: Linha 3
Prazo: 1980, fevereiro a outubro
Custo: 50.000,00
PROJETO: 3.6
Conteúdo: Elaboração e
publicação de comentário sobre a Catechesi Tradendae com vistas à Pastoral
Catequética no Brasil.
Sistemática: Grupo de
Trabalho
Responsável: Linha 3
Prazo: 1980, agosto
Custo: 15.000,00
PROJETO: 3.7
Conteúdo: Reflexão sobre a
formação catequética, ministrada nos Seminários e institutos, aos futuros
Presbíteros e Agentes de Pastoral.
Sistemática: Encontro
nacional de professores de Pastoral Catequética.
Responsável: Linha 3
Participação: INP, Setor Educação, CRB
Prazo: 1980, 29 a 31 de agosto
Custo: 50.000,00
4. ATIVIDADES PERMANENTES
— Incremento da
comunicação e da integração de atividades catequéticas do Nacional com os
Regionais, pela:
— participação em
encontros regionais e inter-regionais de catequese;
— assessoria aos
regionais na formação de agentes de pastoral catequética, de equipes, centros ou institutos de
catequese.
— Promoção de entrosamento
entre os Seminários Maiores, Institutos de Teologia, Institutos de Catequese e
Instituto Nacional de Pastoral visando a uma reflexão conjunta sobre a
importância e a necessidade da dimensão catequética na formação
teológico-pastoral dos futuros presbíteros e agentes leigos de pastoral e sobre
os caminhos concretos de como viabilizá-la.
— Freqüente contato com
Bispos, teólogos, biblistas, pastoralistas, educadores e comunicadores a fim de
envolvê-los na reflexão catequética e em atividades concretas (comissões de
estudo, cursos, encontros, etc.) promovidas pela Linha.
— Relacionamento com a
Liga de Estudos Bíblicos e com as Editoras Católicas para acompanhamento de
atividades sobre edições da Bíblia e de obras catequéticas.
— Ampliação do serviço de
resenha de textos catequéticos.
— Participação na equipe
coordenadora da elaboração dos subsídios de evangelização para as Campanhas da
fraternidade.
— Participação em
atividade de catequese, a nível continental, promovidas pelo CELAM.
— Colaboração em revistas
especializadas de catequese.
PROGRAMA
4
LITURGIA
— LINHA 4
1. DEFINIÇÃO
O programa se constitui pelas atividades que promovem a vivência
litúrgica integrada pela piedade popular e pela oração particular, tendo em
vista que Cristo, na celebração do mistério pascal, assume e liberta o Povo de
Deus e por ele a humanidade em sua História.
2. SÍNTESE DOS PROJETOS
Além das atividades permanentes, a Linha 4 programou suas atividades
específicas por meio de projetos distribuídos dentro de três grandes unidades:
2.1 Liturgia
Estes projetos giram em torno da realidade litúrgica, dos formadores,
das celebrações e dos meios complementares para a celebração. Visam a refletir
sobre a realidade litúrgica no Brasil (4.1), aprimorar formadores de
agentes (4.2); levar à
próxima Assembléia da CNBB um projeto de documento sobre Batismo com grupos
populares (4.3); oferecer
subsídios sobre a Primeira Eucaristia nas CEBs, recolhidos das experiências do
Brasil (4.4); proporcionar ao povo simples melhor celebração dos sacramentos,
através de uma conveniente adaptação do rito e de adequadas monições
catequético-litúrgicas (4.5); refletir sobre a finalidade, o conteúdo e a forma
de folhetos e boletins litúrgicos (4.6); aperfeiçoar a liturgia de Rádio e TV
(4.7); colaborar com a CF 81 através de um manual popular para os doentes e as
pessoas que com eles se relacionam (4.8); examinar a realidade
litúrgico-musical do Brasil e participar de um intercâmbio ecumênico de músicas
(4.9; 4.10).
2.2 Piedade
Popular
Estes projetos procuram identificar a realidade concreta das várias
formas de piedade popular como base para posterior utilização. Objetivam
estudar várias formas de piedade popular em suas manifestações e causas:
descobrir o relacionamento entre manifestações de piedade popular e a liturgia
em vista de fecundação mútua; considerar, de modo especial, o fenômeno dos
santuários, tão importantes para a evangelização popular (4.11; 4.12; 4.13).
2.3 Oração particular
Este projeto visa reunir dirigentes de grupos de oração para uma
reflexão conjunta sobre conteúdo e formas oracionais e para uma frutuosa
integração dos mesmos na Pastoral Orgânica (4.14).
3. QUADRO DOS PROJETOS
PROJETO: 4.1
Conteúdo: Reflexão sobre a
realidade litúrgica brasileira à luz de Puebla
Sistemática: Encontro
Nacional com Representantes Regionais.
Responsável: Linha 4
Prazo: 1980, 30 de maio a 1º de junho
Custo: 40.000,00
PROJETO: 4.2
Conteúdo: Aperfeiçoamento de
formadores em Liturgia
Sistemática: Encontro nacional
Responsável: Linha 4
Prazo: 1980, 1 a 3 de julho
Custo: 30.000,00
PROJETO: 4.3
Conteúdo: Reestruturação e
reelaboração do documento sobre Batismo com grupos populares, encaminhado à
XVIII Assembléia Geral da CNBB
Sistemática:
— Especialistas
— Grupo de trabalho
— Encaminhamento aos
Bispos
— Grupo de trabalho
Responsável: Linha 4
Prazo: 1980, na Assembléia Geral
Custo: 10.000,00
PROJETO: 4.4
Conteúdo: Elaboração de
subsídios para primeira Eucaristia nas CEBs.
Sistemática: 1. Coleta
de elementos nas CEBs
2. Seleção e sistematização dos
dados. Reflexão (grupo de trabalho)
Responsável: Linha 4
Prazo: 1980, janeiro a
novembro
Custo: 15.000,00
PROJETO: 4.5
Conteúdo: Preparação e/ou
adaptação de Monições explicativas do rito dos sacramentos para o povo simples.
Sistemática: Equipe de
trabalho orientada pelos assessores da Linha 4
Responsável: Linha 4
Prazo: 1980, março
Custo: 30.000,00
PROJETO: 4.6
Conteúdo: Avaliação das
experiências dos folhetos e boletins litúrgicos
Sistemática: Encontro
com autores e editores desses subsídios.
Responsável: Linha 4
Prazo: 1980, 4 a 7 de julho
Custo: 20.000,00
PROJETO: 4.7
Conteúdo: Reflexão sobre
Liturgia de Rádio e TV.
Sistemática: Encontro
(restrito) interdisciplinar liturgistas, teólogos, pastoralistas, técnicos de
rádio e TV
Responsável: Linha 4
Participação: Linha 6: Setor MCS
Prazo: 1980, 2 a 4 de dezembro
Custo: 60.000,00
PROJETO: 4.8
Conteúdo: Elaboração de um
Manual popular para os doentes e seus familiares, agentes de pastoral e
profissionais da saúde (CF/1980)
Sistemática: — Grupo de
trabalho
— Especialistas no assunto
Responsável: Linha 4
Prazo: 1980
1. 26 de maio
2. setembro
Custo: 15.000,00
PROJETO: 4.9
Conteúdo: Reflexão sobre a Música
Litúrgica no Brasil
Sistemática: Encontro Nacional
Responsável: Linha 4 — Setor
Música Sacra
Prazo: 1980, 30 de setembro a 2 de outubro
Custo: 60.000,00
PROJETO: 4.10
Conteúdo: Intercâmbio
ecumênico de Música Sacra
Sistemática: —
Contatos, Intercâmbio com músicos de outras confissões
— Encontro Nacional com
participação interconfessional
Responsável: Linha 4 —
Setor Música Sacra
Participação: Linha 5
Prazo: 1980, 3 a 4 de outubro
Custo: 15.000,00
PROJETO: 4.11
Conteúdo: Estudo de
aproveitamento dos valores e correção dos desvios da Piedade Popular
Sistemática: — Grupos já
envolvidos em formas determinadas de Piedade Popular
— Grupo Tarefa: especialistas
Assessores da Linha
Responsável: Linha 4
Prazo: 1980, janeiro
Custo: 15.000,00
PROJETO: 4.12
Conteúdo: Estudo sobre
Piedade Popular e Ano Litúrgico
Sistemática: Pesquisa a cargo
de especialistas
Responsável: Linha 4
Prazo: 1980, janeiro
Custo: 15.000,00
PROJETO: 4.13
Conteúdo: Análise da Piedade
Popular nos Santuários do Brasil
Sistemática: —
Descrição da prática existente a cargo de cada Santuário sob orientação e
acompanhamento da Linha 4
— Análise do material produzido
por um grupo tarefa:
— especialistas no
assunto
— assessores das
Linhas 3 e 4
— Encontro dos Santuários
Responsável: Linha 4
Participação — Linha 3
Prazo: 1980, janeiro
Custo: 10.000,00
PROJETO: 4.14
Conteúdo: Integração dos
grupos de oração na pastoral orgânica (Nacional, Regional e Diocesana)
Sistemática: 1. Encontros com
os dirigentes desses grupos
2. Encontro em nível nacional
Responsável: Linha 4
Prazo: 1. 1980, janeiro
2. 1980, 28 a 29 de novembro
Custo: 15.000,00
4. ATIVIDADES PERMANENTES
— Levantamento dos
recursos para a pastoral litúrgica, existentes no Brasil quanto aos:
— recursos materiais: folhetos,
boletins, celebrações, cursos de preparação para Batismo, Crisma, primeira
Eucaristia, casamento, cantos, missa e/ou celebração em Rádio, TVs;
— recursos humanos:
pessoas especializadas em Liturgia.
— Serviço de Traduções
— Liturgia das horas;
— Rito da Dedicação de
Igrejas;
— Textos para documentário
Litúrgico.
— Trabalhos de Elaboração
— Anteprojeto de Ritual de
Bênçãos;
— Anteprojeto de Diretório
para missas com Grupos Populares;
— Anteprojeto de
lecionário para missas com Grupos Populares;
— Anteprojeto de prefácio
em linguagem popular;
— Rezar em casa (Liturgia
Doméstica);
— Celebrações para
diversas circunstâncias;
— Rito de renovação das
Promessas do Batismo;
— Cantos para o Ofício.
— Assessoria
— à Campanha da
fraternidade (subsídios litúrgicos, cantos);
— ao Ano e Congresso
Eucarístico;
— a questões de Artes
relacionadas com a Liturgia;
— aos Regionais e Dioceses
(cursos, encontros...)
— Correspondência e
intercâmbio de material litúrgico com o CELAM, Conferências Episcopais nacionais e outras Instituições.
PROGRAMA
5
ECUMENISMO
E DIÁLOGO RELIGIOSO — LINHA 5
1. DEFINIÇÃO
O programa se constitui pelas atividades que estimulam o espírito de
serviço à causa da unidade de todos os cristãos e à atitude de diálogo
religioso com outros grupos humanos.
Mais do que um, programa de atividades próprias, o ecumenismo e o
diálogo religioso se caracterizam por um espírito que deve penetrar todas as
dimensões da vida da Igreja, e, portanto, também todos os programas de
atividades das demais linhas de ação.
2. SÍNTESE DOS PROJETOS
A formação dos agentes de pastoral para o ecumenismo e diálogo religioso
constitui a atividade prioritária do programa que se desenvolve de forma muito
mais ampla nas atividades permanentes da Linha.
Como projetos específicos, foram assumidos neste 5.º Plano bienal:
— Elaboração e publicação
de dois textos:
— um informativo
sobre Igrejas e Comunidades Cristãs (5.1);
— um diretório ecumênico
popular (5.2);
— A preparação de um guia
para relacionamento com religiões não cristãs (5.3).
3. QUADRO DOS PROJETOS
PROJETO: 5.1
Conteúdo: Elaboração e publicação de informativo sobre
Igrejas e Comunidades Cristãs (continuação)
Sistemática: Grupo de Trabalho
Responsável: Linha 5 — Participação: CERIS
Prazo: 1980, novembro
Custo: 50.000,00
PROJETO: 5.2
Conteúdo: Elaboração e
publicação de um Diretório Ecumênico Popular (continuação)
Sistemática: Grupo de
Trabalho
Responsável: Linha 5
Prazo: 1980, maio
Custo: 50.000,00
PROJETO: 5.3
Conteúdo: Elaboração de um
Guia para Relacionamento com Religiões não-cristãs
Sistemática: Grupo de
Trabalho
Responsável: Linha 5
Prazo: 1980, 17 a 18 de setembro
Custo: 70.000,00
4. ATIVIDADES PERMANENTES
4.1 Setor Ecumenismo
— Informação e formação
ecumênica dos Agentes de Pastoral.
— Animação da Semana da
Unidade
— tradução dos subsídios
oficiais e sua publicação no Comunicado Mensal;
— colaboração na
preparação de subsídios adaptados à situação brasileira.
— Contatos com iniciativas
de caráter ecumênico de âmbito regional, diocesano, local e as promovidas por
organismos anexos da CNBB.
— Contato com as bases a
fim de conhecer o ecumenismo que vem emergindo nelas (CEBs, grupos de reflexão
bíblica e de oração comunitária, associações de bairro e outras iniciativas).
— Diálogo bilateral com a
Igreja Ortodoxa
— preparação de encontros
em nível de Autoridades,
— acompanhamento da
comissão bilateral de teólogos
— Diálogo com outras Igrejas Cristãs
— participação nos
Encontros de Dirigentes Nacionais de Igrejas Cristãs:
— encontro em Porto Alegre
(maio, 19 e 20);
— encontro no segundo
semestre;
— participação em
Assembléias Nacionais de outras Igrejas Cristãs;
— acompanhamento das
Comissões bilaterais com a Igreja Episcopal, Evangélica de Confissão Luterana e
Metodista.
— Diálogo com
Pentecostais.
— estudo das
possibilidades de um diálogo oficial com líderes pentecostais;
— participação em
encontros nacionais de líderes pentecostais e de católicos e evangélicos da
Renovação Carismática.
— Participação nas
reuniões da Diretoria e da Assembléia da Coordenadoria Ecumênica de Serviço
(CESE).
— Contato com Organismos
Ecumênicos e lnterconfessionais Nacionais (CEI-CEDI; Sociedade Bíblica do
Brasil) e Internacionais (Conselho Mundial de Igrejas).
— Colaboração Ecumênica em
Música Sacra
— participação no encontro
anual de Música Sacra.
— Acompanhamento do
Ensino Religioso sob o aspecto
ecumênico.
4.2 Setor Diálogo Religioso
— Diálogo com a Maçonaria
— acompanhamento de
iniciativas locais.
— Diálogo com o Judaísmo.
— acompanhamento das
iniciativas locais, especialmente dos Conselhos de Fraternidade Judaico-Cristã;
— realização em 1980 de um
encontro de responsáveis por iniciativas locais.
— Diálogo com o Islamismo
e com Antigas e Novas Religiões Orientais
— acompanhamento de
iniciativas locais.
— Diálogo
com o Espiritismo
— estudo
das possibilidades de um diálogo a nível nacional.
— Diálogo com Cultos
Afro-brasileiros
— estudo das
possibilidades de um diálogo a nível nacional
— Levantamento periódico
referente a atitudes religiosas e de não crença, especialmente nos meios
universitários e operários.
PROGRAMA
6
PRESENÇA
DA IGREJA NO MUNDO — LINHA 6
1. DEFINIÇÃO
O programa se identifica pelas atividades que visam, dentro da
evangelização, atuar a dimensão social do compromisso cristão de transformar a
sociedade, através da educa ção para a justiça, da defesa e promoção da
dignidade da pessoa humana e do estímulo à criação de organizações assumidas
pelo próprio povo. Seus serviços incidem em vários campos, sejam sobre o corpo
eclesial, seja diretamente sobre a sociedade, dando atenção prioritária a
iniciativas populares e à promoção dos direitos dos mais pobres, marginalizados
ou oprimidos, segundo o espírito de Puebla, para renovar as estruturas sociais
a partir do fermento evangélico.
2. SÍNTESE DOS PROJETOS
2.1. Através de sua equipe
de coordenação a Linha 6, pelos trabalhos de três técnicos especialmente
contratados para isso, assume a execução de alguns projetos mais globais:
— acompanhamento e
avaliação das obras sociais mantidas ou orientadas pela Igreja (6.2.1);
— dinamização de um
processo de articulação da pastoral social (6.1.3);
— elaboração e difusão de
subsídios teóricos e análise de fatos concretos para a formação política dos
agentes de pastoral (6.1.1);
— preparação de síntese e
indicações bibliográficas sobre temas de interesse para a pastoral (6.1.2).
Responsabiliza-se igualmente por um projeto voltado para uma forma de
marginalidade social: a situação da mulher só e abandonada (6.1.4).
Os demais projetos do programa distribuem-se pelos setores: Ação Social,
Educação e Comunicação Social. Muitos deles, quanto à execução, encontram-se
sob a responsabilidade direta dos organismos anexos da CNBB, exigindo contudo,
a colaboração e participação conjunta de toda Linha 6.
2.2. Setor Ação Social
a) A coordenação da Linha
6 sente a necessidade de estudar e dinamizar a ação social, a partir da opção
preferencial pelos pobres, a fim de que a pastoral e as obras sociais mantidas
pela Igreja atuem profética e coordenadamente para um real serviço aos
marginalizados.
b) A Caritas se propõe
dinamizar a ação social em nível diocesano (6.2.6), assessorar novas formas de obras ou serviços da
Pastoral Social (6.2.3), capacitar dirigentes de obras sociais para uma
mentalidade mais aberta às novas exigências (6.2.2); prestar ajuda aos
refugiados políticos em trânsito pelo Brasil (6.2.5).
c) O BRADES realizará
estudos e pesquisas sobre aspectos específicos da realidade nacional (6.2.9; 6.2.10); também manterá cursos breves (6.2.7) e longos (6,2.8)
para atualização e reciclagem de agentes de pastoral, religiosos, educadores e
jovens para a atualização e dinamização destes agentes e, através deles, da
ação social da Igreja no Brasil, com o objetivo de obter que nesta ação, as
pessoas envolvidas, especialmente as classes populares, se tornem protagonistas
do seu próprio desenvolvimento e de transformação da sociedade.
d) O CERIS se propõe
realizar pesquisas para superar problemas da população marginalizada e refletir
sobre experiência de trabalho social na área rural e periferia das cidades.
e) O Setor de migrações e
turismo visa acompanhar os grupos étnicos (6.2.13), participar de encontros
latino-americanos de pastoral das migrações (6.2.11), promover o relacionamento
com a Comissão Nacional da Pastoral dos Pescadores (6.2.15), elaborar estudos
de Pastoral Migratória e estimular a realização de simpósios regionais sobre as
migrações internas com vistas ao crescimento de uma consciência crítica frente
a esta problemática em seus aspectos locais e nacionais para um compromisso com
os pobres forçados a migrar (6.2.12).
2.3. Setor Educação
a) A AEC promoverá
seminários regionais e/ou nacionais sobre educação (Puebla e Educação; Educação
para o amor; metodologia de uma educação para e na justiça; reflexões sobre
fundamentos filosófico-teológico-pastorais da educação (6.3.1) e divulgará
estes temas em suas publicações (6.3.2); dinamizará as campanhas da CNBB nas
comunidades educativas e dará atenção especial aos educadores cristãos para
assumirem a função educativa como engajamen to na Igreja e meio de
evangelização (6.3.3).
b) O MEB busca capacitar
líderes na zona rural do Norte, Nordeste e Centro-Oeste (6.3.5) e assessorar
atividades comunitárias de auto-ajuda (6.3.4); dinamizará também as
campanhas da CNBB nas comunidades rurais em sua área de atuação (6.3.8); serão
ainda suas preocupações programas radiofônicos de educação de base (6.3.6) e
elaboração de material de apoio para agentes (6.3.7).
2.4 Setor de Comunicação
Social
a) Sente a necessidade de
uma reflexão sobre a pastoral da comunicação e elaboração de material, visando
a formação da consciência crítica e da opinião pública face aos Meios de
Comunicação Social (6.4.1; 6.4.2).
b) Visa a estimular a
elaboração de subsídios para Rádio e TV em datas significativas (6.4.3).
c) Procura incentivar a
produção de filmes nacionais que promovem valores humanos e evangélicos, com a
concessão do Prêmio "Margarida de Prata" (6.4.5).
3. QUADRO DOS PROJETOS
PROJETO: 6.1.1
Conteúdo: Elaboração e
difusão de subsídios: para a formação política dos agentes de
pastoral
— esquemas teóricos
— pequenos estudos interpretativos
de fatos políticos atuais
Sistemática: Grupo de trabalho
Responsável: Linha 6 —
Coordenação
Prazo: 1980
Custo: 15.000,00
PROJETO: 6.1.2
Conteúdo: Estudo sobre temas
político-sociais de interesse para a pastoral
Sistemática: Especialistas
(Grupo de Trabalho):
— levantamento e classificação de
estudos já existentes
— seleção dos temas, em base à sua
importância
— condensação e divulgação do seu
conteúdo
Responsável: Linha 6 —
Coordenação
Prazo: 1980
Custo: 15.000,00
PROJETO: 6.1.3
Conteúdo: Estudo,
articulação e dinamização da pastoral social a partir da opção
preferencial pelos pobres
Sistemática: 1. Grupo
de trabalho (assessores — Linha 6, três especialistas)
2. Acompanhamento sistemático das
atividades da pastoral social
3. Inter-relacionamento entre elas
Responsável: Linha 6 —
Coordenação
Prazo: 1980
Custo: Financiamento
próprio
PROJETO: 6.1.4
Conteúdo: Capacitação de
agentes engajados na pastoral da mulher só e abandonada
Sistemática: Encontro
Nacional com:
— Agentes de pastoral engajados
neste trabalho
— Representantes de organizações
interessadas
Responsável: Linha 6 —
Coordenação Grupo do Rio
Prazo: 1980, de 3 a 5 de
julho
Custo: 50.000,00
SETOR AÇÃO SOCIAL
PROJETO: 6.2.5
Conteúdo: Acompanhamento
conforme Diretrizes Gerais da Ação Pastoral da Igreja no Brasil e avaliação das
obras sociais mantidas ou orientadas pela Igreja
Sistemática: Contatos,
utilização de Instrumentos de análise elaborados a propósito pela Coordenação
da Linha 6 e seus organismos anexos
Responsável: Linha 6 — Ação Social, CARITAS, AEC, Migrações,
MEB, CERIS, IBRADES, Justiça e Paz, MCS
Prazo: 1980
Custo: 50.000,00
PROJETO: 6.2.6
Conteúdo: Capacitação de
dirigentes de obras sociais
Sistemática: Encontros-cursos de formação
específica
Responsável: Linha 6 — Ação
Social, CARITAS
Prazo: 1980
Custo: 50.000,00
PROJETO: 6.2.7
Conteúdo: Assessoria aos
novos tipos de Obras e/ou Serviços Sociais, destinados ao
atendimento de novas formas de
marginalização
Sistemática: Cursos,
encontros de capacitação de agentes de pastoral para atender novas
formas de marginalização
Responsável: Linha 6 — Ação Social,
Migrações, CARITAS
Prazo: 1980
Custo: 40.000,00
PROJETO: 6.2.8
Conteúdo: Reconstrução das
casas de vítimas das enchentes de 1979 (CB -
6/79)
Sistemática: 1.
Identificação e localização dos beneficiados
2. Contato com as entidades
financiadoras
3. Correspondência/visitas
Responsável: Linha 6 —
Ação Social, CARITAS
Prazo: 1980
Custo: -
PROJETO: 6.2.9
Conteúdo: Ajuda a refugiados
políticos em trânsito pelo Brasil
Sistemática: 1. Identificação
2. Acolhimento
3. Encaminhamento aos serviços
Responsável: Linha 6 — Ação Social,
CARITAS, Migrações
Prazo: 1980
Custo: -
PROJETO: 6.2.10
Conteúdo: Dinamização da
Ação Social em nível diocesano e elaboração de subsídios
para este objetivo
Sistemática: —
Encontros com grupos que na Diocese atuam na Ação Social
— Grupo de trabalho
Responsável: Linha 6,
Ação Social, CARITAS
Prazo: 1980
Custo: -
PROJETO: 6.2.11
Conteúdo: Atualização e reciclagem
de agentes de pastoral, religiosos, educadores e jovens
Sistemática: Cursos breves de 3
a 6 dias, sob a solicitação de Regionais, Dioceses, Organismos Religiosos etc.,
sobre a realidade brasileira e o ensinamento social da Igreja
Responsável: Linha 6 — Ação
Social, IBRADES
Prazo: 1980
Custo: -
PROJETO: 6.2.12
Conteúdo: Formação social de
agentes de pastoral
Sistemática: Cursos de
quatro meses destinados a agentes de pastoral encaminhados
preferencialmente pelas Dioceses
e/ou Regionais da CNBB
Responsável: Linha
6 — Setor Ação Social, IBRADES
Prazo: 1980, fevereiro/junho
Custo: -
PROJETO: 6.2.13
Conteúdo: Pesquisa sobre o
clero no Parlamento
Sistemática: — Coleta
de dados nas fontes dos anais do parlamento brasileiro
— Entrega dos dados ao Centro de
Estudos Históricos da Fundação casa de Rui Barbosa para editoração
Responsável: Linha 6 — Setor
Ação Social, IBRADES
Prazo: 1979 na Câmara, em
novembro
1980 no Senado, em novembro
Custo: -
PROJETO: 6.2.14
Conteúdo: Pesquisa sobre a
situação do homem do campo (ou dele expulso, ou migrante) na Mata Paraibana e
ampla divulgação dos dados mais significativos
Sistemática: — Questionários
—
Tabulação dos dados e análise
— Discussão dos resultados com
agentes de pastoral
— Publicação de pequenos artigos
em linguagem popular
Responsável: Linha 6 — Setor Ação Social, IBRADES
Prazo: 1980, 1º semestre
Custo: -
PROJETO: 6.2.15
Conteúdo: Entrosamento com a
pastoral migratória em âmbito latino-americano
Sistemática: Participação
no encontro de organismos católicos de migração da
América Latina
Responsável: Linha 6 — Setor Ação Social,
Migrações e Turismo
Prazo: 1980, agosto
Custo: 20.000,00
PROJETO: 6.2.16
Conteúdo: Conscientização
sobre as migrações internas do Brasil e estímulo para o surgimento da ação
pastoral requerida
Sistemática: Simpósios
inter-regionais sobre migrações internas
Responsável: Linha 6 — Setor
Ação Social, Migrações e Turismo
Prazo: 1980, 1º semestre
Custo: 20.000,00
PROJETO: 6.2.17
Conteúdo: Acompanhamento de
grupos étnicos minoritários
Sistemática: Encontros de capacitação
Responsável: Linha 6 —
Setor Ação Social, Migrações e Turismo
Participação: Linha 2
Prazo: 1980, 11 de novembro
Custo: 25.000,00
PROJETO: 6.2.18
Conteúdo: Divulgação mais
ampla das Diretrizes e Orientações da Igreja em nível
universal, continental e nacional
sobre a pastoral migratória
Sistemática: Publicação
na coleção Estudos da CNBB dos principais documentos a
respeito, emanados da Santa Sé, do
CELAM e da CNBB
Responsável: Linha 6 —
Setor Migrações, Turismo
Prazo: 1980, 1º trimestre
Custo: 15.000,00
PROJETO: 6.2.19
Conteúdo: Acompanhamento da
pastoral dos pescadores no Brasil
Sistemática: Participação
nos Encontros de Animadores de todo País
Responsável: Linha 6 —
Setor Ação Social, Migrações e Turismo
Prazo: 1980, fevereiro e novembro
Custo: 20.000,00
25.000,00
SETOR EDUCAÇÃO
PROJETO: 6.3.20
Conteúdo: Reflexão em âmbito nacional e regional sobre
temas de atualidade educacional tais como: Puebla e Educação; Educação para o
Amor; Metodologia para educar na Justiça; fundamentos filosóficos,
teológico-pastorais da educação
Sistemática: Seminários Nacionais e/ ou Regionais
Responsável: Linha 6
— Setor Educação, AEC
Prazo: 1980
Custo: AEC do Brasil e Seções da mesma
PROJETO: 6.3.21
Conteúdo: Divulgação de
resultados do projeto 6.2.1
Sistemática: — Elaboração de número monográfico da
Revista da AEC sobre Educação e Puebla
— Publicação nos Cadernos da AEC de subsídios
sobre Educação para o Amor
Responsável: Linha 6 — Setor
Educação, AEC
Prazo: 1980
Custo: AEC do Brasil
PROJETO: 6.3.22
Conteúdo: Dinamização das campanhas
da CNBB nas comunidades educativas
Sistemática: — Envio
às AECs estaduais de subsídios para reflexão e estudo nas escolas e comunidades
educativas em geral
— Incentivo a que nas próprias comunidades
educativas se elaborem subsídios para tais campanhas
Responsável: Linha 6 — Setor
Educação, AEC
Prazo: 1980
Custo: AEC do Brasil,
Seção Estabelecimento de Ensino
PROJETO: 6.3.23
Conteúdo: Dinamização de
atividade comunitárias de auto ajuda na zona rural do Norte e Nordeste e
Centro-Oeste (conselhos comunitários, roças comunitárias, bancos de sementes,
farmácias comunitárias...)
Sistemática: Assessoria direta
a essas atividades
Responsável: Linha 6 — Setor
Educação, MEB
Prazo: 1980
Custo: -
PROJETO: 6.3.24
Conteúdo: Capacitação de
líderes de comunidades na zona rural do Norte, Nordeste e Centro-Oeste
Sistemática: — Cursos
e treinamento em encontros de representantes de grupos e comunidades
— Encontros inter-comunitários
Responsável: Linha 6 —
Setor Educação, MEB
Prazo: 1980
Custo: -
PROJETO: 6.3.25
Conteúdo: Programação
radiofônica de educação de base para o meio rural através de 17 emissoras no
Norte e Nordeste e Centro-Oeste
Sistemática: —
Levantamento de interesses das Comunidades rurais
— Elaboração em linguagem do homem
rural de programas radiofônicos de educação que atendam aos interesses
levantados
— Transmissão dos programas
elaborados
Responsável: Linha 6 — Setor
Educação, MEB
Prazo: 1980
Custo: -
PROJETO: 6.3.26
Conteúdo: Elaboração de
material de apoio e realização de treinamento e cursos em técnicas de trabalho
em grupo com rurícolas. Realização de encontros que utilizem a metodologia.
Capacitação de rurícolas para emprego nas suas atividades, das técnicas de
trabalho em grupo.
Sistemática: —
Elaboração de material didático pertinente
adaptado ao homem do campo
—Treinamentos, cursos, encontros
para camponeses, com utilização das técnicas de trabalho em grupo
— Assessoria de acompanhamento no
seu processo educativo
Responsável: Linha 6 —
Setor Educação, MEB
Prazo: 1980
Custo: -
PROJETO: 6.3.27
Conteúdo: Dinamização das
campanhas da CNBB (C.F. e outras) nas comunidades atingidas pela atividade do
MEB
Sistemática: —
Elaboração em linguagem popular e envio a essas comunidades de subsídios para
tais campanhas
— Estímulo a que as comunidades
rurais elaborem seu material próprio para as campanhas
Responsável: Linha 6 —
Setor Educação, MEB
Prazo: 1980
Custo: -
SETOR COMUNICAÇÃO
SOCIAL
PROJETO: 6.4.28
Conteúdo: Levantamento e
avaliação da presença da Igreja nos MCS
Sistemática: Encontro
Nacional dos Responsáveis Regionais pelos MCS
Responsável: Linha 6 —
Setor Comunicação Social
Prazo: 1980, de 21 a 22 de maio
Custo: 60.000,00
PROJETO: 6.4.29
Conteúdo: Campanha de
formação da consciência crítica face aos MCS
Sistemática: 1.
Encontro de Peritos
2. Grupo de trabalho elaboração do
material
3. Divulgação através dos
Regionais
Responsável: Linha 6 —
Setor Comunicação Social
Participação: Linha 1
Prazo: 1980, de 22 a 23 de março
Custo: 40.000,00
PROJETO: 6.4.30
Conteúdo: Elaboração e
utilização de Subsídios para Rádio e TV em datas significativas (Dia do Papa,
da Bíblia, MCS)
Sistemática: Grupo de
Trabalho
Responsável: Linha 6 —
Setor Comunicação Social
Prazo: 1980
Custo: Verba especial
PROJETO: 6.4.31
Conteúdo: Apoio ao cinema
nacional mediante premiação Margarida
de Prata ao melhor filme nacional do ano de curta-metragem e longa-metragem
Sistemática: —
Concessão do Prêmio Margarida de Prata
— Seleção por júri especial
— Realização da cerimônia
específica
Responsável: Linha 6 —
Setor Comunicação Social
Prazo: 1980, 27 de maio
Custo: 30.000,00
4. ATIVIDADES PERMANENTES
4.1 Coordenação
— Animação das
atividades da Linha.
— Entrosamento com os
organismos regionais no campo da Ação Social (correspondência, informações no
Boletim "Notícias", visitas, participação de encontros etc.).
— Presença, na medida do
possível, às assembléias e encontros dos organismos anexos da CNBB.
— Contato com as outras
linhas de ação pastoral, no sentido de ajudá-las a que, em suas atividades,
levem também em conta a dimensão social, a qual deve estar presente em todo
trabalho de evangelização no Brasil.
— Diálogo com entidades
(Igrejas, instituições e outros grupos) atuantes, sem ligação direta com a
CNBB, no campo da ação social.
— Participação
em encontros, seminários e semanas de estudo
sobre temas relacionados com as atividades da Linha.
— Diálogo com pessoas de fora dos
quadros oficiais da Igreja, que estejam engajadas na ação social e política com
vistas:
• à identificação do
cabedal de experiências acumuladas nestes campos,
•